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Charlie Kirk: colega de quarto diz que suspeito manifestou arrependimento após o crime

Tyler Robinson pode ser condenado à pena de morte por atirar no pescoço de Charlie Kirk; caso aconteceu em setembro de 2025 durante um debate em um campus de Utah

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Suposto atirador de Charlie Kirk foi identificado
Suposto atirador de Charlie Kirk foi identificado • Divulgação/ FBI e OLIVIER TOURON/AFP

Lance Twiggs, colega de quarto de Tyler Robinson, relatou que o suposto assassino de Charlie Kirk manifestou arrependimento após confessar o crime. O depoimento gravado foi exibido nesta quinta-feira (9) em um tribunal de Utah, nos Estados Unidos.

De acordo com o colega de quarto, Robinson "começou a chorar um pouco e disse que estava arrependido" no dia seguinte ao assassinado.

O depoimento em vídeo foi gravado dois dias após o homicídio e foi exibido na audiência para determinar se há provas incriminatórias suficientes para levar o suspeito a julgamento.

A investigação revelou que Tyler Robinson confessou o assassinato em mensagens de texto. O suspeito mantinha uma relação amorosa com o colega de quarto, que é uma pessoa em transição de gênero para se tornar uma mulher.

A imprensa americana especulou se a vida amorosa de Robinson poderia ter motivado o assassinato de Kirk, um cristão nacionalista crítico da comunidade LGBT+ e das pessoas transgênero. Twiggs disse que Robinson costumava falar de política, mas que nunca o ouviu comentar sobre Charlie Kirk.

Charlie Kirk, que morreu aos 31 anos, dirigia a Turning Point, considerada a maior organização juvenil de direita do país e que havia se colocado a serviço de Donald Trump na última campanha presidencial.

Tyler Robinson pode ser condenado à pena pelo assassinato. O caso aconteceu em setembro de 2025 durante um debate em um campus de Utah.

AFP

 

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