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Alto funcionário dos EUA descarta riscos de possível transmissão ao vivo de execução

Nidal Hasan, de 56 anos e psiquiatra do Exército dos Estados Unidos, matou a tiros 13 pessoas e feriu mais de 30 em um ataque inspirado pela organização jihadista Al-Qaeda na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009

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Bandeira dos Estados Unidos
Bandeira dos Estados Unidos • Imagem ilustrativa - Pixabay

Um funcionário do alto escalão do governo de Donald Trump afirmou neste domingo (11) que a transmissão ao vivo, que está prevista, da execução do autor de um massacre de militares americanos não representaria um risco adicional à segurança do país.

“Não vejo nenhum risco maior neste momento por causa desse assunto”, declarou o secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos, Markwayne Mullin, à emissora CBS News, ao ser questionado sobre a possibilidade de a medida transformar o condenado em um mártir para sua causa.

“Acho que as pessoas precisam entender que, se atacarem os Estados Unidos, nós iremos atrás delas e garantiremos que a punição seja proporcional ao crime”, acrescentou.

Nidal Hasan, de 56 anos e psiquiatra do Exército dos Estados Unidos, matou a tiros 13 pessoas e feriu mais de 30 em um ataque inspirado pela organização jihadista Al-Qaeda na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009.

Caso o plano seja confirmado, Hasan será a primeira pessoa executada por um pelotão de fuzilamento militar nos Estados Unidos desde 1945.

A proposta de transmitir publicamente a execução, prevista para 3 de dezembro, foi apresentada na quinta-feira pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, e pelo Pentágono, provocando críticas dentro e fora dos Estados Unidos.

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