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Corpos de casal morto em tragédia na BR-251 são liberados 50 dias após a tragédia

A batida entre carreta e ônibus vitimou um total de oito pessoas e deixou nove feridos no trecho de Salinas da BR-251

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Imagens cedidas à Itatiaia/ CBMMG

Os corpos de um casal de idosos que morreu no acidente entre um ônibus de viagem e uma carreta na BR-251, em Santa Cruz de Salinas, foram liberados nessa terça-feira (15) pelo Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte, após a conclusão do processo de identificação. Leôncio de Jesus Dias, de 80 anos, e Marinalva de Jesus Dias, de 61 anos, estavam entre as nove vítimas fatais da colisão ocorrida na madrugada de 24 de maio.

Naturais de Irajuba (BA), os dois retornavam para casa após visitarem os filhos em Campinas (SP), quando o ônibus em que viajavam colidiu frontalmente com uma carreta e pegou fogo. Todas as vítimas fatais morreram carbonizadas, o que tornou necessária a identificação por exames periciais.

Os filhos do casal viajaram de Campinas até Belo Horizonte para realizar a liberação dos corpos. Segundo a família, o corpo de Leôncio foi identificado primeiro, enquanto a confirmação da identidade de Marinalva ocorreu cerca de 15 dias depois.

Após a liberação, os corpos seguiram para Hortolândia, no interior de São Paulo, onde serão sepultados nesta quarta-feira (16). A empresa responsável pelo ônibus informou que prestou assistência à família, incluindo o transporte dos parentes até Minas Gerais e o traslado dos corpos.

O acidente deixou nove mortos e mobilizou equipes de resgate na BR-251. A investigação da Polícia Civil concluiu que o ônibus invadiu a contramão e colidiu frontalmente com a carreta. O motorista do coletivo, de 41 anos, foi indiciado por homicídio culposo na direção de veículo automotor. Duas vítimas do acidente ainda aguardam a conclusão do processo de identificação.

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Osmar Macedo é repórter da Itatiaia – Montes Claros. Jornalista formado pela UFMG e graduado em História pela Unimontes. Entre as coberturas que participou, destaca a tragédia na Creche Gente Inocente em Janaúba e a Canonização de Irmã Dulce, direto de Roma e do Vaticano.