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Sete instituições de Leopoldina recebem mais de R$ 171 mil em recursos de penas pecuniárias

Recursos da Vara Criminal e de Execuções Penais serão destinados a projetos nas áreas de assistência social, recuperação de dependentes químicos e segurança pública

Por e Juiz de Fora
A imagem apresenta um close-up de um martelo de leilão prestes a atingir sua base de madeira, símbolo tradicional de decisões judiciais e da conclusão de lances em leilões. Com foco nos detalhes do objeto e fundo desfocado, a fotografia transmite ideias de autoridade, formalidade e segurança jurídica, sendo amplamente utilizada para ilustrar temas relacionados a leilões, processos judiciais, arrematações, licitações e aplicação da lei.
Veja os principais recursos ofertados pelas casas de leilões • Freepik

Sete instituições da Comarca de Leopoldina, na Zona da Mata, receberam recursos oriundos de penas pecuniárias e outras medidas judiciais da Vara Criminal e de Execuções Penais. O repasse, que totaliza R$ 171.173,85 foram destinados a sete projetos previamente analisados pelo Serviço Social Forense, pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e pelo juízo da Vara de Execuções Penais.

Foram beneficiadas as seguintes instituições: Asilo Santo Antônio; Movimento de Assistência Social (MAS); grupo de auxílio a dependentes químicos Levanta de Novo; Instituto Lar Espírita André Luiz (Leal); Guarda Civil Municipal (GCM) de Leopoldina; 68° Batalhão de Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG); e Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

As penas pecuniárias são uma alternativa à prisão para crimes que não envolvem violência ou grave ameaça. Nesse modelo, o infrator cumpre a sanção por meio do pagamento de valores que são direcionados a projetos sociais, de acordo com editais judiciais.

A consulta pública permite o acesso às movimentações processuais e ao inteiro teor das decisões proferidas durante o processo de seleção, reforçando a transparência na destinação dos recursos provenientes das prestações pecuniárias.

Por

Joubertt Telles é graduado em jornalismo pelo Centro Universitário Estácio Juiz de Fora, em 2010, e possui curso de Processo de Comunicação e Comunicação Institucional pela Fundação Getúlio Vargas. Trabalha na Itatiaia Juiz de Fora desde 2016, como repórter e apresentação. Prêmio Sindicomércio de Jornalismo 2017, na categoria rádio. Prêmios do Instituto Cultura do Samba como destaque do jornalismo local, em 2016 e 2017. Já atuou na Rádio Globo Juiz de Fora, TVE e Diário Regional, além de ter desempenhado função de assessor parlamentar na Câmara Municipal de Juiz de Fora.

 

 

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