STF vira jogo de luta com ministros; saiba como jogar 'Supremo Tribunal Fighter'
Jogo inspirado no noticiário político coloca integrantes do Supremo Tribunal Federal em combates no estilo dos arcades dos anos 1990

A repercussão recente no Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou uma versão no mundo dos games. Criado pelo desenvolvedor Felipe Pacheco com auxílio de ferramentas de inteligência artificial, o “Supremo Tribunal Fighter” transforma ministros da Corte em personagens de um jogo de luta inspirado nos clássicos dos fliperamas, principalmente Street Fighter.
A produção coloca dez ministros como opções para o jogador e reúne golpes, poderes especiais, diferentes arenas e referências a acontecimentos recentes envolvendo o STF. O game funciona diretamente no navegador, sem necessidade de instalação, e também pode ser acessado por celulares. Clique aqui para acessar o site do game.
A criação foi publicada nesta terça-feira (15), mesmo dia em que o Supremo esteve no centro do noticiário por causa da sessão que analisa uma possível investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master. O contexto serviu de inspiração para a proposta do jogo.
Lista de 'personagens' do jogo
- Alexandre de Moraes
- Carmen Lúcia
- Dias Toffoli
- Edson Fachin
- Gilmar Mendes
- Luiz Fux
- Nunes Marques
- André Mendonça
- Cristiano Zanin
- Flávio Dino

Como funciona o Supremo Tribunal Fighter
A estrutura segue a lógica dos jogos de luta tradicionais. O jogador escolhe um dos ministros disponíveis e pode participar de diferentes formatos de partida. Entre as opções estão o modo Arcade, que reúne 12 confrontos e adversários ocultos, o Duelo Livre, para enfrentar a inteligência artificial, e o Versus 2P, destinado a partidas entre duas pessoas no mesmo local.
Os personagens possuem ataques e habilidades próprias dentro da proposta satírica do projeto. A estética remete aos games de luta dos anos 1990, com personagens em estilo pixel art e cenários inspirados em locais relacionados à política brasileira.
Entre as arenas representadas estão o plenário do STF, o Congresso Nacional e a Praça dos Três Poderes. Outros ambientes também fazem referência a acontecimentos que ganharam espaço no noticiário recente. A brincadeira aparece até nos elementos de interface. Ao interromper uma partida, por exemplo, a tela utiliza a expressão “Sessão suspensa” no lugar do tradicional comando de pausa.

Game foi criado com inteligência artificial
Segundo Felipe Pacheco, a inteligência artificial participou de praticamente todas as etapas da produção. As ferramentas foram utilizadas para auxiliar na criação dos personagens, cenários, mecânicas, músicas e efeitos sonoros.
O projeto faz parte de uma iniciativa pessoal do desenvolvedor de criar uma produção por dia utilizando recursos de IA. A ideia, segundo relatos do próprio Pacheco, era testar até onde seria possível levar uma proposta inicialmente simples usando essas ferramentas.
Onde jogar Supremo Tribunal Fighter
O jogo pode ser acessado gratuitamente pelo navegador, tanto em computadores quanto em celulares. No PC, os comandos são realizados pelo teclado; nos smartphones, a interação ocorre pela própria tela.
No teclado, as teclas direcionais controlam o personagem. As letras A e S são utilizadas para soco e chute, enquanto D aciona um poder. Z corresponde à defesa e X ativa o golpe chamado “Supremo”.
Jornalista formado pelo Centro Universitário de Belo Horizonte - UniBH. Já atuou em diversas áreas do jornalismo, como assessoria de imprensa, redação e comunicação interna. Apaixonado por esportes em geral e grande entusiasta de games.



