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Após título da Superliga, jogadoras do Gerdau Minas avaliam a temporada

Pri Daroit, Thaisa, Kisy, Julia Kudiess e Jenna Gray comentaram sobre 'ano' minas-tenista

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Gerdau Minas fechou a temporada com três títulos em seis torneios ao longo da temporada • Hedgard Moraes/MTC

O Gerdau Minas encerrou a temporada 2023/2024 com o título da Superliga Feminina de Vôlei. A equipe também conquistou a Supercopa do Brasil e o Campeonato Sul-Americano. Além disso, foi vice-campeão mineiro e da Copa Brasil. As jogadoras da equipe minas-tenista avaliaram o ano da equipe.

"O saldo foi positivo. A gente sofreu com altos e baixos, muitas críticas, muitas pessoas desacreditando. Faz parte. Eles estão acostumados a ver o Minas lá em cima. Eu acho que o mais importante foi a gente acreditar, a gente nunca desistiu, a gente nunca duvidou. A gente que eu falo é quem estava no dia a dia. Acho que isso, na reta final, faz diferença", disse a ponteira Pri Daroit.

A central Thaisa, de 36 anos, também comentou sobre a temporada. Para a jogadora, o mais importante foi o apoio oferecido pela diretoria minas-tenista durante os momentos de oscilação nas competições.

"Eu acho que o mais importante de tudo é a comissão técnica e o clube, e a diretoria saber que isso é normal de acontecer, principalmente com muitos atletas de seleção. Porque a gente chega muito forte e, de repente, tem aquela queda, e acaba que a performance muda. Só que eles entendem que isso vai acontecer, e depois a gente vai conseguir subir de novo, com paciência, acreditando no trabalho", disse.

A central destacou o olhar humano da diretoria do clube. Para Thaisa, a postura diferente é benéfica tanto para o clube quanto para os atletas.

"O principal, com certeza, é o clube entender, porque tem clubes que não entendem e só cobram e querem o resultado acima de qualquer coisa e não entendem o ser humano atrás de tudo isso. E isso é o que não acontece no Minas, eles entendem. E antes aqui de qualquer coisa é o ser humano. Eu falo, eu sempre falei desde a minha primeira temporada aqui que o Minas ele é muito humano, ele entende atleta não só como uma máquina de performance, sabe? Então assim, isso é muito importante para nossa carreira, até para alongar nossa carreira", finalizou.

A central Julia Kudiess, atleta revelação da Superliga Feminina, também fez um balanço do ano.

"A temporada foi um pouco difícil. Acho que a gente não encontrava. A gente tinha um sistema, mas não estava funcionando. E eu acho que foi muito da vontade de cada um mandar individual. A gente tem o potencial, a gente tem a capacidade. Vamos tentar, vamos fazer o que eles (comissão técnica) estão propondo. Vamos cada um se entregar um pouquinho mais. E a gente viu que a gente foi crescendo. A gente conseguiu atingir o que a gente queria", comentou.

"Eu aprendi a lidar com o desgaste, mas em nenhum momento o Minas, a Comissão Técnica, o Departamento Médico me colocou em risco, eles pelo contrário sempre foram ajustando carga, ajustando o treino para que eu não se gaste um desgaste o Metal não fez muito alto e acho que acredito que foi isso, o time insiste e superou em vários momentos, em vários jogos, acho que no final a gente aprendeu e sofre sair de uma situação muito difícil.

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Leonardo Parrela é chefe de reportagem do portal Itatiaia Esporte. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, colaborou com ge.globo, UOL Esporte e Hoje Em Dia. Tem experiência em diversas coberturas como Copa do Mundo, Olimpíada e grandes eventos.

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