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João Fonseca abre o jogo sobre comparações com Guga: "Quero ser o novo João"

Promessa do tênis brasileiro comenta pressão, carreira e planos para conquistar Grand Slams em entrevista à CNN

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João Fonseca em ação no UTS Rio
João Fonseca em ação no UTS Rio • Divulgação/UTS Tour

João Fonseca é o convidado do CNN Esportes S/A, apresentado por João Vitor Xavier, que vai ao ar neste domingo (02), às 21h15, na CNN Brasil. Promessa do tênis brasileiro e em franca ascensão no circuito mundial, o jovem carioca abre o jogo sobre a rotina, o início de carreira, a relação com seus maiores ídolos e o objetivo de conquistas Grand Slams e o topo do ranking da ATP.

Ao abordar as constantes comparações com o tricampeão de Roland Garros e lenda do esporte brasileiro, Gustavo Kuerten, João Fonseca demonstrou maturidade e destacou que lida de forma tranquila com as expectativas do público brasileiro, focando em construir sua própria trajetória.

"No começo, eu me pressionava um pouco mais, tipo 'será que vou conseguir fazer como ele fez', mas atualmente eu penso em fazer minha história. Esse é meu foco, não sinto pressão de ser um novo Guga. Eu quero ser um novo João. Comparações virão, é do esporte, mas vou evoluindo meu mental pensando nisso. O Guga é um ídolo para o Brasil e pro mundo inteiro, um cara com carisma sensacional. Espero um dia conseguir fazer pelo menos um terço do que ele fez”, afirmou João Fonseca.

Confira, abaixo, mais respostas de João Fonseca ao CNN Esportes S/A:

Objetivos na carreira
"Meus sonhos são ganhar Grand Slam e ser número 1 do mundo. Parece que está perto, mas estamos muito longe ainda, tem muito a ralar e evoluir. Espero, dentro de três a cinco anos, estar lá".

Experiência contra grandes nomes
"Acho que foi um dos fatores ter compartilhado a quadra com esses caras, ver o nível e a pressão de jogar contra eles, para conseguir ganhar do Djokovic. Foi uma experiência sensacional para ver minhas fraquezas e qualidades".

Base familiar
"A família é minha maior força. Minha mãe viajava comigo dos meus 8 aos 11, 12 anos e meu pai sempre me ajudou muito com a parte financeira e investimentos. Ter essa conexão me ajuda muito. Eles sempre me deram a liberdade de tomar minhas decisões”.

Sequência da temporada
"Nasci jogando no saibro e me sinto muito bem nele, mas acho que ainda posso evoluir bastante na quadra rápida. E, se Deus quiser, um dia a grama vai ser minha superfície favorita”.

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Chefe de reportagem e ex-correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.

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