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João Fonseca desiste de torneios na Ásia e explica decisão: ‘Ano desafiador’

Com a decisão, o brasileiro não disputará o ATP 500 de Tóquio, no Japão, nem o Masters 1000 de Xangai, na China

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João Fonseca no ATP Masters 1000 National Bank Open Montreal 2026
João Fonseca no ATP Masters 1000 National Bank Open Montreal 2026 • Horacio Zamora/Eyepix Group/NurPhoto via AFP

João Fonseca anunciou, nesta segunda-feira (21), que não disputará os torneios asiáticos previstos em seu calendário para a temporada de 2026. Número 1 do Brasil no ranking da ATP, o atleta afirmou que precisa de mais tempo para se recuperar física e mentalmente após uma sequência de lesões.

Em publicação nas redes sociais, João explicou que a decisão ocorreu após conversas com sua equipe. O brasileiro destacou que, apesar do esforço para retomar às quadras e defender o país na Copa Davis, ainda não se sente pronto para retomar a rotina de competições.

“2026 tem sido um ano muito desafiador para mim. Além de tudo o que a profissão exige, foram muitas lesões que acabaram me tirando de torneios importantes e me impedindo de jogar da maneira que eu gostaria”, escreveu.

João Fonseca abre mão de torneios em Tóquio e Xangai

Com a decisão, João Fonseca não disputará o ATP 500 de Tóquio, no Japão, nem o Masters 1000 de Xangai, na China. Os dois torneios faziam parte da programação do brasileiro para a gira asiática.

O tenista explicou que a prioridade, neste momento, é respeitar os limites do corpo e da mente antes de voltar ao circuito.

“Conversei muito com o meu time e chegamos à conclusão de que o melhor caminho, neste momento, é respeitar os sinais, dar um tempo para o meu corpo e para a minha cabeça, e não seguir para os torneios da Ásia”, publicou.

Como não disputou essas competições em 2025, João não tem pontos a defender nos torneios asiáticos. Dessa forma, a ausência não provocará perda de pontos referentes a essas etapas no ranking mundial.

Veja mensagem completa de João Fonseca

"Oi, pessoal. Queria compartilhar uma coisa com vocês.

2026 tem sido um ano muito desafiador para mim. Além de tudo o que a profissão exige, foram muitas lesões que acabaram me tirando de torneios importantes e me impedindo de jogar da maneira que eu gostaria.

Sei que a vida de atleta tem dessas coisas, mas, ainda assim, não deixa de ser frustrante. Fiz um esforço grande pra retornar e defender o Brasil na Copa Davis, mas ainda preciso de mais tempo.

Conversei muito com o meu time e chegamos à conclusão de que o melhor caminho, neste momento, é respeitar os sinais, dar um tempo para o meu corpo e para a minha cabeça, e não seguir para os torneios da Ásia.

Muito obrigado pela torcida e pelo apoio de todo mundo. Nos vemos em breve!"

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Jornalista em formação pelo UniBH, com passagem por Diário do Comércio e Secretaria de Estado do Governo de Minas. Experiência em jornalismo econômico e esportivo, área pela qual é apaixonada.

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