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Paris 2024: técnico explica como boxe se tornou certeza de medalha para o Brasil

Em Tóquio, modalidade garantiu três medalhas para a delegação brasileira

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Mateus Alves, técnico da comissão olímpica do boxe brasileiro • Hugo Lobão

Enviado especial a Paris - Nas últimas três edições de Jogos Olímpicos, o boxe foi responsável por sete medalhas brasileiras. Em Tóquio e no Pan de Santiago, a modalidade foi o carro-chefe do Time Brasil. Para o técnico Mateus Alves, o sucesso se deve à continuidade do trabalho.

Com essa "bagagem", o boxe chega aos Jogos Olímpicos de Paris como esperança, ou quase certeza, de medalhas para o Brasil. Bia Ferreira é um pódio praticamente garantido e favorita ao ouro. Atletas como Keno Marley, Abner Teixeira e Jucielen Romeu também estão fortes na disputa.

O treinamento dos atletas nessa quarta-feira (24), na base do Time Brasil em Saint-Ouen, foi acompanhado por dezenas de veículos de imprensa. O cenário era impensável há alguns anos.

Os bons resultados o interesse maior pela modalidade são motivos de comemoração de Mateus Alves.

"Eu vivo do boxe há 22 anos. Minha família é sustentada pelo boxe há 22 anos. É minha quarta edição de Jogos Olímpicos e a primeira vez que temos uma coletiva como essa", disse.

O sorteio das chaves do boxe, que irá definir o caminho dos atletas brasileiros será nesta quinta-feira (25).

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Hugo Lobão é repórter multimídia do portal Itatiaia Esporte. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, passou por Hoje Em Dia, Record e Globo Esporte. Amante de esportes olímpicos.

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