Paris 2024: as cinco medalhas mais prováveis para o Brasil nos Jogos Olímpicos
Time Brasil começa a competir nesta quinta-feira (25), um dia antes da Cerimônia de Abertura

Enviado especial a Paris - A participação do Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris começa nesta quinta-feira (25). Marcos D'Almeida e Ana Luiza Caetano entram em ação no ranqueamento do Tiro com Arco. Equipes de handebol e futebol feminino também entram em ação.
Mas qual são as maiores chances de medalha para o Time Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris? É provável que a delegação deixe a França com mais de 20 medalhas no geral, mas abaixo estão aquelas mais fáceis de prever.
Rebeca Andrade
O caso de Rebeca Andrade é o mais favorável de todo o Time Brasil pensando na conquista de uma medalha. Isso porque a ginasta terá seis chances para subir ao pódio: disputa por equipes, individual geral, salto, trave, barras assimétricas e solo.
Em maior ou menor grau, ela entra nas seis competições como candidata à medalha. Algo de muito inesperado teria que acontecer para que ela deixasse Paris sem subir ao pódio.
Alison dos Santos
O brasileiro faz parte da geração mais rápida da história dos 400m com barreiras. É difícil imaginar que o pódio da prova não tenha Alison dos Santos, Rai Benjamin e Karsten Warholm.
A questão é saber a posição de cada um deles e qual medalha cada um levará. Os três foram os mais rápidos em Tóquio, quando o brasileiro ficou com o bronze.
Bia Ferreira
Aqui está a maior chance de medalha de ouro para o Brasil nos Jogos Olímpicos. Bia Ferreira domina a categoria até 60kg e a chagada até à semifinal deve ser tranquila.
Gabriel Medina
Nos últimos 10 anos, Medina tem quatro vice-campeonatos, dois títulos e um terceiro lugar em Teahupoo, na WSL. Nas vezes em que não “subiu ao pódio”, não houve etapa no Taiti ou ele estava machucado e não disputou. A famosa onda favorece os surfistas “Goofy”, que usam a perna direita na frente de prancha, caso do paulista da Maresias.
Isaquias Queiroz
Essa última escolha tem mais a ver com a capacidade do atleta do que com a regularidade nos últimos anos. Isaquiaz Queiroz chegou a ser uma incerteza para Paris 2024 por ter diminuído o ritmo de treinos em 2023.
De volta à rotina normal, o baiano venceu uma etapa da Copa do Mundo e mostrou estar bem para a disputa na França.
Ele está confiante em duas medalhas: C1-1000 e C2-500. Na prova individual, é maior a chance de subir ao pódio.
Muitas chances
Como a expectativa é que o Brasil deixe os Jogos Olímpicos de Paris com mais de 20 medalhas, é claro que outros atletas e equipes têm ótimas chances. Alguns que podem ser medalhistas de ouro, como Rayssa Leal e Marcus D'Almeida, ficaram fora da lista pela imprevisibilidade da modalidade que disputam.
É difícil que o Brasil não tenha ao menos uma medalha no judô, por exemplo, Mayra Aguiar, Rafaela Silva, Beatriz Souza chegam fortes a Paris.
Hugo Lobão é repórter multimídia do portal Itatiaia Esporte. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, passou por Hoje Em Dia, Record e Globo Esporte. Amante de esportes olímpicos.



