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O que esperar da ginástica artística do Brasil em Paris 2024

Sob comando de Rebeca Andrade, mulheres são esperança de medalhas para o país nos Jogos Olímpicos

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Rebeca Andrade teve melhor nota no salto durante apresentação por equipes
Rebeca Andrade teve melhor nota no salto durante apresentação por equipes  • Lionel BONAVENTURE / AFP

Depois do grande desempenho de Rebeca Andrade nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a ginástica artística brasileira chega a Paris com a expectativa alta. Até hoje, a melhor campanha do Brasil em relação ao número de medalhas foi no Rio 2016, com três pódios conquistados por homens.

Agora, é significativa a chance de esse número ser superado. A diferença é que o protagonismo, desta vez, está com as mulheres.

No masculino, o Brasil ainda tem indefinição de quais serão os dois representantes. De qualquer forma, nenhum deles será favorito a medalha nos Jogos Olímpicos de Paris. Diogo Soares está garantido. Caio Souza e Nory, bronze no Rio, disputam a outra vaga. A escolha será da Confederação Brasileira de Ginástica.

Estrelas em Paris

A ginástica artística será disputada entre os dias 27 de julho e 5 de agosto, na Arena Bercy. Rebeca Andrade, embora seja uma estrela mundial e candidata ao pódio em todas as provas, terá a difícil missão de superar Simone Biles em algum aparelho para conseguir mais um ouro.

Medalhas da Ginástica Artística do Brasil

Londres 2012

  • Ouro de Arthur Zanetti nas argolas

Rio 2016

  • Bronze de Arthur Nory no solo
  • Prata de Diego Hypólito no solo
  • Prata de Arthur Zanetti nas argolas

Tóquio 2020

  • Ouro de Rebeca Andrade no salto
  • Prata de Rebeca Andrade no individual geral
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Hugo Lobão é repórter multimídia do portal Itatiaia Esporte. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, passou por Hoje Em Dia, Record e Globo Esporte. Amante de esportes olímpicos.

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