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Com apenas bronze 'amargo', boxe brasileiro tem campanha frustrante em Paris

Apenas Beatriz Ferreira subiu ao pódio nesta edição dos Jogos Olímpicos

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Keno Marley chegou até as quartas de final, mas foi derrotado • Gaspar NóbregaCOB

Enviado especial a Paris - Nos dias que antecederam os Jogos Olímpicos de Paris, o técnico Mateus Alves disse que esperava duas medalhas para o boxe brasileiro. A princípio, a projeção parecia pessimista e ele mesmo disse que era conservadora. O desempenho da equipe dentro dos ringues, no entanto, foi pior.

Com a derrota de Jucielen Romeu nas quartas de final da categoria até 57gk, ficou definido que Beatriz Ferreira é a única brasileira que conseguiu um lugar no pódio. Outros nomes importantes, com Abner Teixeira, Keno Marley e Luiz Bolinha deixam Paris sem medalhas nas malas.

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Nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, a modalidade também foi a mais vencedora para o esporte brasileiro.

Em Paris, até a única medalha conquistada teve um gosto amargo. Beatriz Ferreira viajou para a França em busca da medalha de ouro, com grande favoritismo.

A baiana venceu apenas as duas primeiras lutas, mas foi derrotada na semifinal pela irlandesa Kellie Harrington, a mesma algoz da final de Tóquio.

Além de Jucielen Romeu, Keno Marley e Wanderley "Holyfield" foram os atletas que chegaram nas quartas de final e ficaram mais próximos da medalha.

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Hugo Lobão é repórter multimídia do portal Itatiaia Esporte. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, passou por Hoje Em Dia, Record e Globo Esporte. Amante de esportes olímpicos.

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