Fórmula 1: Aston Martin avalia troca de fornecedora de motores
Equipe inglesa sofre com problemas nas unidades de potência desenvolvidas pela Honda

A Aston Martin vive uma temporada abaixo das expectativas após as mudanças no regulamento da Fórmula 1. Um dos grandes problemas da equipe inglesa em 2026 são justamente as unidades de potência fornecidas pela Honda.
De acordo com o site Autoracer, da Itália, a escuderia busca alternativas para romper a parceria com a fabricante japonesa a partir de 2028.
Segundo o periódico, dirigentes da Aston Martin teriam entrado em contato com Mercedes e Red Bull Powertrains (Ford) para avaliar custos e viabilidade de um possível acordo.
Evolução após começo de ano ruim
Após uma primeira metade de campeonato ruim, a Honda atualizou as unidades de potência fornecidas para a Aston Martin depois da abertura da janela de ADUO (Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualizações), em que a Ford é tida como referência em relação aos motores da Fórmula 1.
Os únicos três pontos conquistados pela equipe na temporada de 2026 foram pelas mãos de Fernando Alonso, que faturou um décimo lugar no GP de Mônaco e um nono lugar no GP da Holanda.
O que diz o regulamento
Atualmente, a Mercedes fornece motores para três escuderias, além da equipe de fábrica: McLaren, Williams e Alpine.
Com isso, para incluir a Aston entre um dos times clientes, a fornecedora precisaria romper vínculo com uma das parceiras atuais. Por outro lado, Toto Wolff, CEO da Mercedes na Fórmula 1, expôs que a fabricante estuda a redução de fornecimento de unidades de potência para três escuderias.
Já a Red Bull Powertrains (Ford) fornece motores para a Red Bull Racing e Racing Bulls e, assim, poderia adicionar até duas escuderias à lista de clientes.
Jornalista formado pelo Centro Universitário UNA. Acumula passagens pela Web Rádio Neves FM e Portal Esporte News Mundo, como setorista do América, além de possuir experiência em coberturas in-loco e podcast. Apaixonado por automobilismo e esportes americanos.






