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Rodrigo Caetano abre o jogo sobre futuro da Seleção Brasileira: ‘Tentar um ciclo diferente’

Coordenador geral fala sobre necessidade do Brasil estar mais forte e melhor preparado para a disputa da próxima Copa do Mundo

Por e Rio de Janeiro (RJ)
Rodrigo Caetano, diretor de seleções da CBF
Rodrigo Caetano, diretor de seleções da CBF • Itatiaia

O sonho do Brasil de conquistar a Copa do Mundo se encerrou neste domingo (5) com a derrota para a Noruega nas oitavas de final. E o Coordenador Executivo Geral das Seleções Brasileiras Masculinas na CBF, Rodrigo Caetano, abriu o jogo sobre os erros de planejamento para este torneio.

Em entrevista após a eliminação do Brasil, Caetano destacou a necessidade da Seleção estar melhor preparada para o Mundial de 2030. Carlo Ancelotti tem contrato e estará à frente neste novo desafio.

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“Vamos tentar de todas as formas fazer um ciclo diferente do que foi, para nos aproximar cada vez mais de novamente ganhar uma Copa do Mundo”, resumiu explicando o sentimento do grupo:

“Muita tristeza e frustração. Até pelo que a equipe apresentou hoje poderíamos ter avançado, sem dúvida alguma. Futebol é decidido nos detalhes, e hoje não esteve ao nosso favor. Não invalida o trabalho realizado até aqui, me refiro aos 38 dias que estamos reunidos desde 27 de maio”, disse.
Segundo ele, o Brasil precisa ter um planejamento mais sereno para a próxima Copa do Mundo. Para chegar a este Mundial, a Seleção teve quatro treinadores diferentes: Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti.

“E principalmente que tenhamos um ciclo bem mais dentro da normalidade do que esse que passou. Não vou ficar elencando os problemas que a gente teve, mas ter agora já um treinador garantido para o próximo ciclo, vamos iniciar a preparação para o próximo ciclo e criar a reconstrução da equipe para olhar para 2030”, comentou.

Por fim, Caetano fez questão de ressaltar o profissionalismo envolvido no ciclo até a Copa do Mundo e a possibilidade sonhada de conquistar a taça.

“Inclusive vocês (imprensa) presenciaram o nível de profissionalismo dos atletas e todos os profissionais envolvidos aqui na Seleção. Por isso fica essa dor maior. E obviamente pela tristeza do povo brasileiro. Temos que pedir desculpas, saímos com o sentimento de que poderíamos ir muito além. Fomos eliminados, talvez, no momento de maior crescimento da equipe. Mas temos que seguir”, disse.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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Nikolas Mondadori é formado em Jornalismo pela PUC-RS e pós-graduado em análise do discurso midiático. Trabalha como correspondente do Itatiaia Esporte do Sul do Brasil. Passou por Rádio Gaúcha, jornal Zero Hora e portal GZH.

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