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Neymar alcança marcas no seu quarto fracasso em Copa do Mundo

Camisa 10 marcou o gol solitário da derrota contra a Noruega neste domingo (5)

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Neymar antes de jogo contra a Noruega nos Estados Unidos
Neymar antes de jogo contra a Noruega nos Estados Unidos • Rafael Ribeiro / CBF

A derrota de 2 a 1 para a Noruega neste domingo (5), em Nova Jersey, nas oitavas de final da Copa de 2026, pode encerrar o ciclo de Neymar na Seleção Brasileira. E a despedida, além de mais um fracasso em Mundiais, pois ele já tinha perdido em 2014, 2018 e 2022, tem as marcas alcançadas por ele diante dos noruegueses minimizadas pela decepção.

Ao entrar em campo aos 22 minutos do segundo tempo, no lugar de Rayan, o camisa 10 se tornou o segundo jogar a alcançar a marca de 130 partidas oficiais pela Seleção Brasileira. O recordista é o lateral-direito Cafu, com 143.

Aos 54 minutos do segundo tempo, Neymar converteu um pênalti sofrido pelo volante Casemiro. E ele, que já era o maior artilheiro do Brasil em jogos oficiais, foi o primeiro a alcançar a marca dos 80 gols.

Atrás dele está Pelé, com 77 gols em partidas oficiais, embora na média a comparação entre os dois seja desigual, pois a do Rei do Futebol é 0,83, pois ele disputou 92 partidas. Os 80 gols alcançados neste domingo em 130 jogos garantem a Neymar a média de 0,61.

Fim do ciclo

Neymar indicou fim de ciclo com a camisa da Seleção Brasileira. O atacante de 34 anos, que marcou o gol da derrota contra a Noruega por 2 a 1, neste domingo (5), no MetLife Stadium, em Nova York, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, colocou o fim na tentativa de conquistar o Mundial. A fala foi à getv, pouco depois do final da partida.

"Tentei, tentei. Agora acabou. Comecei aqui, fechei aqui", falou. O primeiro jogo de Neymar pela Seleção, em 2010, foi também no MetLife Stadium. Neymar disputou as Copas de 2014, 2018, 2022 e 2026.

Neymar "desabou" no gramado do MetLife Stadium, em Nova Jersey, após a eliminação do Brasil para a Noruega neste domingo (5); Após o apito final, ele se ajoelhou, orou e foi às lágrimas. Na sequência, ele sentou e foi acudido por Raphinha. Essa foi a última Copa do Mundo do camisa 10.

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Alexandre Simões é coordenador do Departamento de Esportes da Itatiaia e uma enciclopédia viva do futebol brasileiro

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