Na Seleção Brasileira, Endrick manda recado: 'Não é difícil ser jogador'
Atacante fala sobre desafios da profissão, como a constante pressão por resultados, mas pondera sobre a vida que os jogadores de futebol podem ter; atleta esteve na Copa do Mundo com o Brasil

Atacante da Seleção Brasileira e do Real Madrid-ESP, Endrick falou sobre os desafios da carreira de um jogador de futebol e ponderou que a profissão "não é difícil".
O atleta traçou um paralelo com a realidade da população brasileira e citou as dificuldades de quem acorda cedo todas as manhãs para trabalhar, com uma rotina profissional de segunda-feira a domingo.
"Não é difícil ser jogador. Difícil é para as pessoas que tem que acordar 5h da manhã para trabalhar, de segunda a domingo. A gente está no futebol fazendo o que mais ama, ganhando dinheiro e podendo mudar a vida da nossa família. Não é difícil ser jogador, mas as coisas que acontecem", disse Endrick, em entrevista para a getv.
Ainda assim, o atacante destacou o ambiente de pressão no futebol. Porém, decidiu valorizar o lado positivo que a profissão oferece.
"Temos uma pressão enorme, mas temos que ser gratos pelo que o futebol proporciona para a gente. Tem momentos de dores, de pressão, mas o que o futebol proporciona é maravilhoso, pode mudar a vida das nossas famílias", afirmou.
Convocado pela Seleção Brasileira para os amistosos da atual Data Fifa, Endrick foi titular no empate em 1 a 1 com a Austrália, na última semana. O atacante também esteve no grupo que disputou a Copa do Mundo 2026 pelo Brasil.
Rafael Oliva é formado em Jornalismo pela PUC-SP, pós-graduando em Marketing e Mídias Digitais pela FGV e produtor audiovisual. Passou por Lance! e Câmara Municipal de São Paulo. Já cobriu o dia a dia de Santos, Palmeiras e diversos eventos esportivos na cidade de São Paulo. Na Itatiaia, cobre Palmeiras, São Paulo e outros esportes na capital paulista.



