Dorival reclama de arbitragem após empate do Brasil contra a Colômbia: 'Estranho'
Treinador citou cartão para Vini Jr., que o suspendeu das quartas da Copa América contra o Uruguai, e de lance de possível pênalti sobre o atacante

Dorival Júnior reclamou da arbitragem do venezuelano Jesús Valenzuela, e de sua equipe, no empate da Seleção Brasileira com a Colômbia por 1 a 1, na noite desta terça-feira (2), pela última rodada do Grupo D da Copa América dos Estados Unidos. O resultado no Levi's Stadium, em Santa Clara, na região de San Francisco, deixou o Brasil em segundo e cruzando com o Uruguai nas quartas de final.
Dorival reclamou de dois lances: um pênalti não marcado em Vinícius Júnior, quando o Brasil vencia por 1 a 0, e o cartão amarelo recebido pelo atacante, no comecinho da partida, que o deixou suspenso para enfrentar os uruguaios no próximo sábado (6), em Las Vegas.
"No primeiro lance, para mim um lance casual, ele recebe o primeiro cartão [do jogo]. Muito estranho o que se passou", disse Dorival.
Sobre o pênalti, o treinador disse que a falta, se fosse convertida, mudaria o roteiro da partida porque com 2 a 0 contra os colombianos iriam se expor mais. O VAR chegou a analisar o lance, mas ficou a marcação de campo em escanteio para a Seleção Brasileira.
"Acho que só o árbitro e a equipe do VAR não viram que foi pênalti. Não sei se posso falar que houve interferência da arbitragem, mas naquele momento, com 2 a 0, com a velocidade do nosso time, mudaria a partida porque a Colômbia teria que sair mais naturalmente. Para mim esse lance foi decisivo. Não é algo criado por nós, é um fato", disse Dorival.
Após a goleada sobre o Paraguai na sexta-feira (28), por 4 a 1, Vini Jr. já havia reclamado da arbitragem e da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol). Há ruído entre membros da Seleção e da confederação por causa da logística em algumas cidades, considerada ruim, além da dimensão do gramado, menor do que o habitual em torneios internacionais.
Sobre o jogo, Dorival admitiu problemas na saída de bola e a superioridade da Colômbia em vários momentos.
Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.



