Capitão da Seleção Sub-20 iguala ex-Cruzeiro com bicampeonato do Sul-Americano
Pedrinho, do Zenit-RUS, esteve na campanha dos títulos de 2023 e agora, com a tarja, de 2025; volante Zé Eduardo fez isso em 2009 e 2011

Aos 19 anos, Pedrinho foi o capitão e o destaque da Seleção Brasileira Sub-20 no título sul-americano conquistado neste domingo (16). A vitória por 3 a 0 sobre o Chile, em Puerto La Cruz, na Venezuela, garantiu a 13ª conquista do país na competição organizada pela Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol).
E o meia revelado pelo Corinthians, e hoje jogador do Zenit-RUS, conquistou o bicampeonato da categoria. Com 17 anos, ele fazia parte do elenco que foi campeão em 2023, na Colômbia, inclusive marcando na vitória de 2 a 0 sobre o Uruguai, na rodada final do hexagonal, que garantiu o título.
Pedrinho é o segundo jogador brasileiro a ser campeão sul-americano Sub-20. O primeiro foi Zé Eduardo, volante que se profissionalizou no Cruzeiro, que estava nos elencos de 2009, torneio também realizado na Venezuela, e 2011, no Peru.
"Não sabia [sobre ser um dos únicos a ter duas taças]. Graças a Deus, sou bicampeão. É uma honra estar vestindo a camisa da Seleção, é muito gratificante, estou muito feliz mesmo, pelo gol e pela assistência. Acho que a gente mereceu muito ser campeão", disse Pedrinho à CBF TV.
Zé Eduardo hoje tem 33 anos e estreou pelo Cruzeiro aos 16 anos, em 2008. Fez 21 jogos pela Raposa, com dois gols, até ser negociado com o Ajax, da Holanda. A partir daí perambulou pelo mundo, principalmente na Itália, jogando por Parma, Cesena, Padova e Empoli. Também jogou no Creta, da Grécia, e em 2017 voltou ao Brasil para atuar pelo Bragantino, ainda antes da parceria com a Red Bull. Em 2023 esteve no Maguary, de Pernambuco, depois de jogar no Boavista, do Rio, e no futebol da Noruega.

Pedrinho fez dois gols no Sul-Americano da Venezuela, e deu seis assistências, sendo o principal "garçom" do time e jogador de confiança do técnico Ramon Menezes.
"Com o primeiro [título], a gente fica muito feliz. No segundo agora, a responsabilidade aumentou um pouco, por estar vestindo a camisa 10, que é muito grande, e ainda capitão. Acho que a gente teve uma pressão. Mas estou muito feliz mesmo de estar conquistando esse título como capitão e, graças a Deus, agora é só comemorar", afirmou Pedrinho.
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Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.
