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Carille culpa gramado por atuação Santos e diz que 'alívio' dura até próximo jogo

Mesmo com vitória sobre o Brusque, treinador segue pressionado no comando do Peixe

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Carille está pressionado no comando do Santos mesmo após vitória

Vitória fora de casa, liderança do campeonato, reforços fazendo a diferença. Nada disso é capaz de reduzir a fúria da torcida santista, a preocupação dos dirigentes e a ameaça de demissão do técnico Fábio Carille do comando do Santos. Após a magra vitória por 1 a 0 sobre o Brusque, neste sábado (7), pela 25ª rodada da Série B, o treinador afirmou que o "alívio" da manutenção no cargo com quebra da sequência negativa de jogos só durará até domingo, dia 15, quando a equipe receberá o América, na Vila Belmiro.

"A situação foi para duelar, brigar, a bola ficou viva o tempo todo. Para o espetáculo é muito ruim porque não tem combinação, não tem triangulação. Precisa se adaptar, sair da parte técnica e fazer um jogo mais físico, de bolas longas", explicou o treinador. "A bola praticamente não passou pelo nosso meio de campo, fizemos o gol, e aí passamos a buscar o segundo gol sem dar tantas oportunidades para o adversário."

Embora o Santos tenha criado boas condições para ampliar a vantagem, como o chute de Wendel Silva que carimbou a trave, o Brusque também ameaçou a meta do goleiro Gabriel Brazão, especialmente no final do primeiro tempo. Carille, porém, viu o jogo controlado pelo sistema defensivo santista.

"Vou rever o jogo, mas não vi a gente tomar pressão no segundo tempo. O Gabriel não trabalhou no jogo, estava tudo controlado, com as linhas baixas para marcar. O goleiro do Brusque trabalhou mais que o nosso durante o jogo todo", analisou.

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