Pentacampeão do Módulo I do Campeonato Mineiro e um dos principais clubes do interior mineiro,
O Leão do Bonfim que, atualmente, tem uma situação financeira delicada, vê na mudança do regime a única possibilidade de evitar falência. Em entrevista exclusiva à Itatiaia nesta segunda-feira (5), o presidente do clube, Anísio Clemente Filho, confirmou esse fato.
“É o modelo normal, que todos fizeram, Atlético, Cruzeiro, todos fizeram. Mas o Villa não tem patrimônio. Na Valuation que fizeram estipularam o mínimo de R$6 milhões, e o máximo de onze, mas apenas com a camisa, história. (...) Não tem outro caminho. Se não se transformar em SAF, acaba o clube, é falência”, disse.
Durante a mesma conversa, ele mostrou otimismo para a transição para a SAF. Segundo ele, o Estádio Municipal Castor Cifuentes não entrará nos 90% comercializados, mas será concedido ao comprador. Nesse cenário, o Villa sonha com uma revitalização do local, após o retorno às competições nacionais no futuro.
“A modernização (do Castor Cifuentes) vai depender do que o Villa vai se tornar no futuro. As competições nacionais, a Série C, por exemplo, exige estádios com 10 mil (pessoas) de capacidade mínima. O estádio do Bonfim, hoje, tem capacidade para 5,6 mil. Eu tenho certeza de que, se isso acontecer (venda da SAF), tanto a Prefeitura, quanto a SAF, vão modernizar o estádio”, foi além.
Ainda durante a mesma entrevista, Anísio admitiu que já há investidores interessados na compra da SAF do Villa. Quem surge como principal cotado é o
“O clima da diretoria é de total otimismo. Hoje, não tem como fazer futebol profissional à base de amor. (...) Temos cerca de três interessados, e projeto do Renato Valentim é muito bacana, mas ele ainda não formalizou”, revelou.
O Villa Nova foi rebaixado na última edição do Módulo I, e disputará o Módulo II do Campeonato Mineiro. Inclusive, o presidente do Leão Bonfim afirmou que a agilização da venda se dá também por conta da proximidade da próxima competição, que terá início já em maio deste ano.