Gerente de Futebol do Cruzeiro, Luiza Parreiras revela planos para melhorias no CT
Dono da Saf, Pedro Lourenço havia afirmado que CT contaria com reforma

Gerente de futebol da equipe feminina do Cruzeiro, Luiza Parreiras comentou sobre possíveis reformas na Toca da Raposa I, anteriormente citadas por Pedro Lourenço, dono da Saf celeste. A dirigente afirmou que a obra é uma questão institucional e não é tratada por ela, mas que a equipe contribuiu com opiniões para as melhorias.
“O que a gente realmente contribui é com opinião, como a gente contribuiu agora nesse período das lesões, do que realmente a gente precisava melhorar para dar mais ainda condições, que já são boas, mas dar melhores condições. E eles receberam as nossas informações, as nossas opiniões. O futebol feminino hoje aqui dentro da Toca 1, ele é a categoria de prioridade, né?”, declarou Parreiras, que citou a série de lesões nos últimos meses.
Vale ressaltar que, em 2026, seis atletas sofreram rompimento do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) e precisaram de atendimento especializado do departamento médico.
Eu acho que as melhorias têm que acompanhar como o futebol feminino tem crescido, né? Os grandes clubes hoje se preocupam muito com a estrutura, e eu acho que esse é o caminho. A gente vê outros clubes aí fazendo investimento na área de saúde, performance, na área da saúde. E o Cruzeiro, que eu entendo, não fica atrás por já ter uma boa estrutura, mas que precisa melhorar, é natural”, afirmou Luiza.
“A gente conseguiu também contratar mais pessoas para estar na área da saúde, mais fisioterapeuta, a parte de departamento médico que está bem envolvido. Então, passado, acho que esse período mais tortuoso ali de tudo que aconteceu visando as lesões, acho que a gente sai bem e fortalecido até do ponto de vista de estrutura também”, disse.
Além disso, a gestora explicou também sobre a rotina no centro de treinamento. A Toca da Raposa é utilizada pela equipe feminina e pelas categorias de base do Cruzeiro.
“A gente tem prioridade na escolha dos espaços, a gente tem prioridade na escolha dos horários. Tanto que a gente só treina nos dois melhores campos, que é o de grama natural e de grama sintética. A gente faz a programação semanal para depois as outras categorias fazerem. E é lógico que a gente tem que ter um bom trato, é o que a gente tem, isso é bom ali no dia a dia com a diretoria da base, que qualquer ajuste que seja necessário, a gente faça”, explicou.
“A partir do momento que a gente divulga a rotina diária, as outras categorias fazem um ajuste quando precisam fazer. Então, óbvio que isso facilita muito o trabalho, né? E a gente é muito bem suprido aqui, é tudo fácil, tudo perto, tem toda uma estrutura do clube que já facilita o nosso dia a dia. Então, quanto a isso, só facilita”, finalizou a dirigente.
Jornalista em formação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Apaixonada por esportes (principalmente futebol e vôlei) e cultura. Passagem pela equipe de comunicação da UFMG.



