Artur Jorge dá 'receita' por classificação sem sofrimento do Cruzeiro contra Chape
Técnico português quer que a Raposa seja efetiva no ataque contra a Chapecoense, no Mineirão, pela Copa do Brasil

O Cruzeiro terá que fazer, nesta quarta-feira (3), o que não conseguiu no último domingo (2) para avançar sobre a Chapecoense na Copa do Brasil: demonstrar superioridade técnica sobre o lanterna da Série A do Campeonato Brasileiro e comprovar o favoritismo. Uma simples vitória no Mineirão dará a vaga ao time celeste nas quartas de final.
Em entrevista coletiva após o jogo na Arena Condá, Artur Jorge olhou para frente e deu a "receita do sucesso" para o segundo duelo. Segundo o lusitano, é fundamental converter as chances criadas para ter tranquilidade.
"O que temos que fazer é ser uma equipe que seja mais intensa, mais agressiva ofensivamente, que consiga concretizar aquilo que podemos e vamos propor a criar para poder criar vantagem e, a partir do resultado, sermos mais dominantes", iniciou o treinador.
"Portanto, ser só dominante com o resultado 0 a 0, pouco ou nada significa, temos que fazer gols para que essa vantagem possa trazer tranquilidade à equipe e a sanidade de controlar o jogo em cima de um resultado e não só em cima da posse de bola", completou.
'Lição' na fase anterior
Na quinta fase, o Cruzeiro eliminou o Goiás. As equipes empataram por 2 a 2 na ida e, na volta, a Raposa ganhou por 1 a 0, no Mineirão.
O time de Artur Jorge criou muitas chances dentro de casa, mas pecou nas finalizações e não teve conforto em campo. Os minutos finais foram de pura pressão do Goiás.
A equipe celeste quer, diante da Chapecoense, evitar que essa dificuldade causada por um rival inferior se repita.

Reencontro imediato
Cruzeiro e Chapecoense se reencontram já nesta quarta-feira (5), às 19h (de Brasília), no Mineirão. Até o momento, 23 mil ingressos foram comercializados com antecedência.

Lucas Barbosa é repórter do portal Itatiaia Esporte. Formado pela UFOP e natural de Raul Soares-MG, tem experiência em coberturas esportivas e jornalismo hiperlocal. Apaixonado pelo futebol brasileiro e suas histórias mais profundas, também já passou por veículos de rádio e televisão.



