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Hulk vai às redes e é direto sobre pancadaria em Cruzeiro x Atlético

Camisa 7 do Galo pediu desculpas por briga generalizada no Mineirão nesse domingo (8)

Hulk, do Atlético, em ação contra o Cruzeiro, pelo Campeonato Mineiro

Hulk, atacante do Atlético, foi às redes na manhã desta segunda-feira (9) e pediu desculpas pela pancadaria no clássico com o Cruzeiro nesse domingo (8), no Mineirão, em Belo Horizonte. A equipe celeste venceu a partida por 1 a 0 e faturou o Campeonato Mineiro após sete anos.

O camisa 7 do Galo afirmou que o ocorrido “não representa os valores que o futebol deve transmitir” e destacou que é necessário respeito apesar da rivalidade entre os clubes. Adiante, o atacante pediu desculpas pela briga e se dirigiu aos jovens que assistiram ao jogo.

“O que aconteceu no jogo de ontem não representa os valores que o futebol deve transmitir. A rivalidade faz parte do esporte, mas o respeito sempre precisa estar acima de qualquer emoção”, iniciou.

“Peço desculpas a todos que estavam no estádio, a quem assistiu pela televisão e, principalmente, às crianças que têm o futebol como inspiração. O que vimos em campo não é o exemplo que queremos dar”, acrescentou Hulk.

Na sequência, o jogador ressaltou valores dos atletas em campo e reconheceu erro em ter participado da briga.

“Assumo a minha parte no que aconteceu e lamento por aquele momento. Tenho certeza de que muitos dos atletas envolvidos ali são homens de caráter, pais de família e pessoas responsáveis que jamais entram em campo com a intenção de prejudicar alguém”, disse.

“Erramos, mas também precisamos reconhecer quando erramos e aprender com isso. Que esse episódio sirva de reflexão para todos nós. Seguimos em frente, respeitando o futebol e todos que amam esse esporte”, encerrou o jogador.

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Briga generalizada no Mineirão

A final entre Cruzeiro e Atlético ficou marcada por uma briga generalizada na parte final do jogo.

Matheus Candançan, árbitro da partida, encerrou o duelo e relatou, em súmula, 23 expulsões.

O juiz justificou 21 expulsões da seguinte maneira: “Expulso por, durante a briga generalizada, após o término da partida, desferir e atingir com socos e pontapés seus adversários, não sendo possível apresentar o cartão vermelho devido ao tumulto.”

As únicas justificativas diferentes foram para Everson, do Atlético, e Christian, do Cruzeiro. Uma dividida entre os dois foi o início da confusão. O arqueiro do Galo partiu para cima do meio-campista cruzeirense após segurar firme um rebote em finalização.

De acordo com a súmula, Candançan afirmou que Christian “atingiu com a canela a cabeça de Everson, com uso de força excessiva e intensidade alta”. A exclusão de Everson foi justificada por “partir para cima com brutalidade, atingir com o joelho o rosto do adversário”.

Jornalista formado pelo Centro Universitário UNA. Acumula passagens pela Web Rádio Neves FM e Portal Esporte News Mundo, como setorista do América, além de possuir experiência em coberturas in-loco e podcast. Apaixonado por automobilismo e esportes americanos.
Leonardo Parrela é chefe de reportagem do portal Itatiaia Esporte. É formado em Jornalismo pela PUC Minas. Antes da Itatiaia, colaborou com ge.globo, UOL Esporte e Hoje Em Dia. Tem experiência em diversas coberturas como Copa do Mundo, Olimpíada e grandes eventos.

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