Comentaristas do Grupo Globo detonaram jogadores de
Durante comentário feito no programa Seleção sportv, desta segunda-feira (9), Paulo César Vasconcellos criticou Everson, do Atlético, pela atitude que iniciou a briga generalizada no Mineirão, em Belo Horizonte.
O comunicador relembrou que, na última semana,
“O Everson, que semana passada eu disse que se fosse técnico da Seleção Brasileira o convocaria, mais me causou estranhamento pelo seguinte: o Everson, ele é um homem de fé. Eu sou um homem de fé (...) Eu respeito muito as pessoas de fé, independentemente da crença que elas tenham. O que o Everson fez ontem não é de um homem de fé”, iniciou.
“A atitude que ele teve, a 20 segundos do final do jogo, em que ele podia defender a bola e até, em um ímpeto, repor em jogo, para, em uma tentativa desesperada, fazer o que o Galo não fez em 98 minutos, e isso foi atestado até pelo técnico em entrevista. Um homem de fé não poderia ter feito aquilo. Um homem de fé, hoje, deveria ter se manifestado (...) Por que é a partir do gesto do Everson que tudo degringola”, acrescentou Paulo César Vasconcellos.
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‘Vergonha histórica’
Já o apresentador Carlos Eduardo Lino classificou a pancadaria como uma “vergonha histórica” que será lembrada por muito tempo.
“Foram 23 expulsões. Ontem nós vivemos, nesta partida em especial, uma vergonha histórica. Algo que vai ser lembrado em páginas de história do futebol brasileiro para sempre”, afirmou o apresentador.
A comentarista Ana Thaís Matos, por sua vez, cobrou punição imediata aos envolvidos na briga.
“Tem que punir agora, não adianta punir só no Campeonato Mineiro do ano que vem”, cobrou Ana Thaís Matos.
Paulo César Vasconcellos finalizou com mais uma cobrança e destacou que todos os atletas devem “se envergonhar” pela briga no Gigante da Pampulha.
“Você não pode naturalizar isto (briga) (...) Não é para rir falando do tema, é para se envergonhar”, acrescentou.
Vinte e três expulsos
O árbitro da partida, Matheus Candançan, relatou, em súmula,
O juiz justificou 21 expulsões da seguinte maneira: “Expulso por, durante a briga generalizada, após o término da partida, desferir e atingir com socos e pontapés seus adversários, não sendo possível apresentar o cartão vermelho devido ao tumulto.”
As únicas justificativas diferentes foram para Everson, do Atlético, e Christian, do Cruzeiro. Uma dividida entre os dois foi o início da confusão. O arqueiro do Galo partiu para cima do meio-campista cruzeirense após segurar firme um rebote em finalização.
De acordo com a súmula, Candançan afirmou que Christian “atingiu com a canela a cabeça de Everson, com uso de força excessiva e intensidade alta”. A exclusão de Everson foi justificada por “partir para cima com brutalidade, atingir com o joelho o rosto do adversário”.
Os expulsos
- Atlético: Everson, Renan Lodi, Gabriel Delfim, Junior Alonso, Alan Franco, Hulk, Lyanco, Ruan Tressoldi, Alan Minda, Preciado e Cassiera;
- Cruzeiro: Christian, Fabrício Bruno, Lucas Romero, Kaio Jorge, João Marcelo, Kauã Prates, Lucas Villalba, Cassio, Matheus Henrique, Walace, Fagner, Gerson;