Vojvoda elogia atuação do Fortaleza, mas lamenta gols perdidos contra o Vasco
Time cearense não perde há dez jogos, mas acumula empates; treinador vê equipe com futebol consistente, mas com falta de efetividade

Na análise de desempenho repassada ao técnico Juan Pablo Vojvoda, após o 0 a 0 de seu Fortaleza contra o Vasco, na noite desta quarta-feira (1), o time cearense teve 16 finalizações. Para o treinador, ao menos seis dessas foram reais chances de gol, sem efetividade.
"Gostei do desempenho do time, criamos chances de gol. Mas eu disse aos meus jogadores no intervalo, que estava bom o desempenho, mas eu gosto de ganhar. E precisamos de gols para isso", disse Vojvoda.
No confronto de volta pela terceira fase da Copa do Brasil, marcado para o estádio de São Januário, no Rio, em 21 de maio, às 21h30 (de Brasília), quem ganhar avança para as oitavas de final. Novo empate e o classificado será conhecido após cobranças de pênaltis.
Vojvoda citou que no final de semana, no 1 a 1 contra o Red Bull Bragantino, pelo Brasileirão, foram mais chances, 22, e apenas um gol. O treinador lembrou que já teve partidas que venceu pelo Fortaleza com menos chances criadas, mas com conclusões mais efetivas.
"Eu acho que esse contexto, de criar chances, mas faltar esses centímetros para a bola entrar, eu gosto. Porque estamos perto de vencer. Se mantivermos isso, vamos vencer", disse Vojvoda.
O Fortaleza não perde há dez jogos, mas são cinco empates e cinco vitórias. Nesse meio tempo houve alguns resultados incômodos, como a perda do título estadual nos pênaltis para o rival Ceará e o 0 a 0 desta quarta, que fará o time precisar conseguir a classificação fora de casa.
"Vai ser um jogo diferente, daqui alguns dias, mas serão onze contra onze, mais um jogo difícil. Vamos enfrentar um time que está na Série A, com qualidade, e vamos precisar produzir", disse o treinador.
No sábado (4), o Fortaleza enfrenta o Corinthians, na Neo Química Arena, em São Paulo, pela quinta rodada do Brasileiro da Série A. O jogo será às 16h (de Brasília).
Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.



