Fortaleza aposta na força do Castelão para continuar na briga pelo Brasileirão
Após eliminação na Copa Sul-Americana, Leão foca nas 11 últimas rodadas da Série A na disputa pelo título e por vaga na Libertadores
Jogadores e o técnico Juan Pablo Vojvoda usaram bastante o chavão de "virar a chave" após a eliminação do Fortaleza na Copa Sul-Americana, nesta terça-feira (24), mas de fato a frase se encaixa neste momento da equipe cearense.
Após levar 5 a 0 no placar agregado para o Corinthians, nas quartas de final do torneio internacional, a atenção volta ao Brasileirão, competição na qual o time está na disputa pelo título.
Com 52 pontos, a 11 rodadas do fim da competição, o Fortaleza vê o Botafogo liderar, quatro pontos à frente (56), e o Palmeiras mais pertinho, um ponto adiante (53), na segunda posição.
O Tricolor do Pici está na briga pelo título, mas também bem posicionado para terminar no G4 e, consequentemente, se classificar diretamente para a fase de grupos da Copa Libertadores em 2025. Este foi o objetivo traçado pela direção do clube no início da temporada.
Para buscar a taça, ou chegar pela segunda vez em sua história a disputar os grupos da Libertadores, o Fortaleza aposta em sua força na Arena Castelão, na capital cearense. O time está invicto como mandante no Brasileirão, com 11 vitórias e três empates em 14 confrontos. O time venceu os últimos 11 encontros que teve em casa.
Dos 11 jogos que tem pela frente, cinco serão em casa:
- Cuiabá - no próximo domingo (29), às 16h (de Brasília)
- Atlético
- Vasco
- Flamengo
- Inter
Os outros seis serão como visitante. O Fortaleza tem a 7ª melhor campanha fora de casa neste Brasileirão, com quatro vitórias, quatro empates e cinco derrotas, em 13 confrontos.
- Grêmio - no dia 4 de outubro, às 21h30 (de Brasília)
- Palmeiras
- Juventude
- Fluminense
- Vitória
- Atlético-GO
"Confio nesse elenco, na resiliência desse grupo, temos um bom time que já superou momentos ruins, inclusive neste ano", disse o técnico Juan Pablo Vojvoda.
Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.



