Abel Ferreira diz que ficou assustado com ataque ao Fortaleza e cobra autoridades
Treinador do Palmeiras também falou ter ficado desapontado que sindicato dos atletas não tenha tomado posição mais dura; seis atletas ficaram feridos na quinta (22)

Antes de começar a responder perguntas sobre a vitória do Palmeiras sobre o Mirassol por 3 a 1, na noite deste sábado (24), Abel Ferreira quis falar sobre o atentado sofrido pela delegação do Fortaleza na quinta-feira (22), após o 1 a 1 contra o Sport pela Copa do Nordeste, no Recife.
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O ônibus foi atacado por torcedores rivais, com bomba e pedras. Seis jogadores ficaram feridos.
"Quero manifestar minha solidariedade ao Fortaleza e seus jogadores, treinador, todo o estafe. Quando eu vi as imagens fiquei assustado. O futebol brasileiro tem coisas extraordinárias, mas casos como esse merecem que as entidades tomem medidas exemplares. Têm que ser exemplares por parte das autoridades", disse o treinador português do Palmeiras depois do confronto pelo Campeonato Paulista.
Ele elogiou o ex-presidente do Fortaleza, hoje CEO da SAF do clube cearense, Marcelo Paz, e lamentou que o sindicato dos jogadores não tenha tomado uma atitude mais forte contra a situação ocorrida.
"Mas todos erramos, eles [do sindicato] podem ainda mudar a postura", disse o treinador.
Formado em jornalismo pela PUC-Campinas em 2000, trabalhou como repórter e editor no Diário Lance, como repórter no GE.com, Jornal da Tarde (Estadão), Portal IG, como repórter e colunista (Painel FC) na Folha de S. Paulo e manteve uma coluna no portal UOL. Cobriu in loco três Copas do Mundo, quatro Copas América, uma Olimpíada, Pan-Americano, Copa das Confederações, Mundial de Clubes, Eliminatórias e finais de diversos campeonatos.



