Atualmente no
Na ocasião, Edson defendia o
Antes da bola rolar, os jogadores das duas equipes entraram juntos, vestindo camisas brancas por cima dos uniformes e exibindo mensagens de união. O clima, porém, durou apenas até o início do segundo tempo.
O Vitória vencia por 1 a 0 quando o meia Vina, que defendia o Bahia, empatou a partida em cobrança de pênalti. Na comemoração, fez uma dança provocativa em frente à torcida rival, gesto que desencadeou uma confusão generalizada.
“Vina armou o barraco e me deixou no barril. O Vina bate o pênalti no gol da torcida do Vitória e vai zoar a torcida com o créu. Os jogadores do Vitória ficaram malucos e foram para cima dele”, disse Edson em entrevista ao Charla Podcast.
Volante Edson nos tempos de Bahia, em 2018
Após o início da briga, o árbitro expulsou sete jogadores de uma vez — três do Vitória e quatro do Bahia. Com a retomada do jogo, o Vitória ainda teve mais dois atletas expulsos.
Como a equipe rubro-negra ficou com apenas seis jogadores em campo — o regulamento exige o mínimo de sete para continuidade da partida — o confronto foi encerrado aos 34 minutos do segundo tempo.
“Se eu soubesse das consequências, eu tinha deixado os caras arrebentarem o Vina na porrada. Eu estava no banco nesse jogo e peguei 14 jogos de suspensão. Tomei um soco do Bryan e desestabilizei. O primeiro que estava na minha frente foi o Fernando Miguel, ele é evangélico”, complementou Edson.
O episódio volta à memória às vésperas de mais um Ba-Vi decisivo. Neste sábado (7), às 17h (de Brasília), Bahia e Vitória se enfrentam novamente para decidir o Campeonato Baiano de 2026.
A final será disputada em jogo único na Arena Fonte Nova, já que o Bahia teve a melhor campanha geral da competição. Quem vencer levanta a taça. Já em caso de empate, o título será decidido em disputa de pênaltis.