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Vasco protocola ação na Justiça para mandar jogo no Maracanã pela Sul-Americana

Conforme prometido pelo presidente Pedrinho, Cruzmaltino tenta confronto diante dos argentinos no Maior do Mundo, mesmo com negativa do Consórcio

Por, Rio de Janeiro (RJ)
Torcida do Vasco
Vasco quer mandar jogo no Maracanã • Dikran Sahagian/Vasco

O Vasco protocolou nesta quinta-feira uma petição judicial com o firme propósito de mandar o confronto diante do Boca Juniors-ARG, válido pela semifinal da Copa Sul-Americana, no estádio do Maracanã. O duelo será no dia 20, às 21h30 (de Brasília).

O pedido de tutela de urgência contra a Fla-Flu Serviços S.A., empresa encarregada da administração do local, seguiu diretamente para o juízo da Segunda Vara Cível da Comarca da Capital.

Tais movimentações ocorrem logo após a recusa manifestada pelo Consórcio do Maracanã ao requerimento formal apresentado para utilizar o gramado na última segunda-feira. Nesse sentido, a justificativa apresentada pela diretoria do complexo esportivo envolve tanto as condições precárias do campo quanto o calendário intenso de partidas no estádio.

Por outro lado, na argumentação elaborada pelos dirigentes vascaínos, a instituição sustenta que a procura pelo Maracanã não reflete apenas uma preferência esportiva. O departamento jurídico argumenta que necessita de uma praça esportiva maior. Isto é, o clube alega igualmente uma exigência indispensável para cumprir o rigoroso regulamento da Conmebol.

Afinal, a entidade máxima do futebol sul-americano determina a obrigatoriedade de palcos com capacidade para pelo menos 30 mil torcedores a partir desta fase da competição.

“São Januário não pode ser utilizado para a partida em questão porque o Manual de Clubes da Copa Sudamericana editado pela Conmebol estabelece capacidade mínima de 30 mil espectadores para os estádios que sediam partidas a partir das semifinais”, diz um trecho.

O Vasco precisa apontar o local da partida até o próximo dia 5, devido a questão dos ingressos para visitantes também. Os argentinos não abrem mão dos quatro mil, conforme diz o regulamento de competições da Conmebol.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.

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