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Duelo dos brasileiros contra Chelsea vira lição no Fluminense, garante Nonato

Volante tricolor ganhou a vaga durante a disputa do Mundial de Clubes e se tornou peça importante no esquema de Renato Gaúcho

Nonato falou das dificuldades de enfrentar o Chelsea no Mundial de Clubes

O Fluminense vai decidir uma vaga na final do Mundial de Clubes da Fifa nesta terça-feira (8), às 16h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, contra um velho conhecido dos times brasileiros no torneio. O Chelsea-ING já enfrentou Flamengo e Palmeiras na competição e o Flu quer tirar proveito dos confrontos.

Titular da equipe de Renato Gaúcho durante o Mundial, o volante Nonato falou como o Fluminense pode aproveitar o desempenho dos rivais nacionais para tentar surpreender o clube europeu e chegar até a final do torneio.

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“Acho que temos que ver jogos dos clubes brasileiros e tirar lições necessárias. Tanto positivas quanto negativas. Ver o que o Flamengo fez que conseguiu virar a partida. Também o que o Palmeiras fez que não foi um primeiro tempo tão bom, mas no segundo tempo conseguiram melhorar. Podiam empatar e tudo poderia acontecer. Eu assisti o jogo. Temos que levar como lição o comportamento dos brasileiros para conseguir minimizar nossa margem de erro para o duelo contra o Chelsea”, comentou.

Nonato destacou os perigos que o Chelsea pode oferecer no confronto e como o Fluminense tem que estar atento ao rival inglês.

“Meio campo forte. Com jogadores que atacam bem o espaço e muito velozes pelas pontas. Tem que tomar cuidado com essas infiltrações. Tem muitos jogadores jovens e sabemos que é um time bastante intenso e teremos que lidar com esses pontos fortes”, analisou.

Sonho com o título?

Estar na semifinal do Mundial de Clubes não é uma surpresa para o elenco do Fluminense. Segundo Nonato, imaginar-se com chances reais de título também ainda é difícil de acreditar, mas o Tricolor estava preparado para isso.

“Na primeira entrevista disse que não seria nenhuma surpresa se fosse para jogar e bater de frente com o Borussia na estreia. Trabalhamos para isso, sabemos a qualidade do nosso time. Você não imagina que ser campeão Mundial é tão tangível assim. Mas estou falando de desempenho. A forma que estamos lutando e batalhando. Não é só técnica e tática, é também a entrega. Com toda humildade do mundo, mantemos os pés no chão. Temos que saber que é mais desafio pensar no título”, contou.

Quem avançar no duelo vai encarar outra potência da Europa na decisão. Real Madrid-ESP e PSG-FRA se encaram na outra semifinal por uma vaga na final do Mundial.

Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.