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Reforço do Flamengo, Juninho evita comparações com ídolo que foi para o Cruzeiro

Atacante chega para substituir Gabigol, um dos jogadores mais vitoriosos da história do Rubro-Negro

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Juninho é o novo camisa 23 do Flamengo • Gilvan de Souza / CRF

“Encaro isso como um grande desafio na minha vida. Estou aqui para ajudar o Flamengo. Não tem jogador maior do que o Flamengo. Dentro ou fora do campo, seja em qualquer função que for. Respeito e admiro o Pedro. Ele é o 9 da nossa seleção para mim. Quero estar aqui pelo menos para ajudar”, concluiu.

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Diferença do Brasil para  Azerbaijão

“O mais difícil é o calendário porque, para mim, futebol é 11 contra 11 em qualquer lugar do mundo. O Qarabag é um time que está sempre disputando Liga Europa e Liga Europa, não é qualquer competição. Estávamos sempre enfrentando um time grande. Estou pronto para esse momento, estou preparado para isso. Tenho aval do Boto e do Filipe”.

Jogar no Flamengo

“Flamengo é Flamengo desde quando era criança. Sempre ouvi falar de Flamengo. Eu não tenho muito o que dizer desse clube. De uns anos para cá estamos vendo a grandeza, brigando por tudo, sendo campeões. É reconhecido fora do Brasil também. Lá no Azerbaijão, se perguntar um time do Brasil vão dizer o Flamengo. Isso pesa e eu também sou brasileiro também”.

Como joga?

“Depende do modelo, depende do time. Depende do treinador de como ele quer a função. Eu não vejo dificuldade em jogar aberto ou centralizado. Mas eu prefiro sim estar centralizado por ficar mais perto do gol. Mas estou a procura de ajudar o time, defendendo, atacando, assistência ou fazendo gol”.

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Jornalista esportivo desde 2006 e com passagens por Lance!, Extra e assessorias de marketing esportivo. É correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Tem pós-graduação em Jornalismo Esportivo e formação em Análise de Desempenho voltado para mercado.