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Continuidade de Franclim Carvalho reflete perspectivas do Botafogo

Treinador recebeu oferta vascaína, mas optou por seguir no Glorioso

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Franclim Carvalho espera evolução do Botafogo no segundo semestre
Franclim Carvalho espera evolução do Botafogo no segundo semestre • Vitor Silva / Botafogo

Segurança no futuro. As movimentações externas do Botafogo se refletem quase que imediatamente na rotina interna do clube. Porque enquanto a disputa pelo controle da SAF acontecia, o Vasco quis contratar o comandante do Glorioso, Franclim Carvalho. E a capacidade de convencimento para a permanência do comandante passou pela estabilidade vislumbrada no clube em que já está.

"O Léo (Coelho), o Eduardo (Iglesias) e o Deive (Bandeira, três dirigentes) me passaram toda confiança nos passos que querem seguir. Eu, quando cheguei aqui, no dia 3 de abril, disse que tenho uma história com o Botafogo, tenho uma ligação especial com o Botafogo, e, sinceramente, acho que essa ligação não podia ser desfeita passados dois meses", afirmou Franclim, à Botafogo TV.

De fato seria um fim de ciclo em três meses. Quase que paralelamente, a GDA Luma assumiu o controle do futebol alvinegro, em substituição a John Textor - afastado judicialmente.

"Quero acreditar - e acredito - piamente que estamos a escrever uma história muito bonita dentro da nossa nova realidade. Sinto-me parte integrante do clube, sinto-me parte integrante da solução. Essas três pessoas, quando me apresentaram os passos seguintes, essas pessoas me fazem sentir parte do processo. Neste momento, não faria sentido algum. Fiz questão de mostrar isso às pessoas", acrescentou o treinador, que completou:

"Não pedi um Euro, um Dólar ou um Real a mais. Não se trata disso, até porque isso não significou. Mas, sim, umas garantias. "Como que vamos resolver isto? Como vamos fazer isto? Se acontecer isso, o que vamos fazer?". E as pessoas transmitiram uma segurança que é difícil no futebol.", celebrou.

 
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Correspondente digital da Itatiaia no Rio de Janeiro. Formado na PUC Rio, já cobriu clubes e negócios do esporte, além de ter experiência como assessor de imprensa e editor de texto. Se o esporte move paixões, ele pode mudar vidas.

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