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Botafogo entra em nova era com aporte da GDA Luma; entenda

Clube vive momento de reorganização de forças e financeiras nos bastidores

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Botafogo trabalha no campo enquanto, fora dele, tenta se reorganizar
Botafogo trabalha no campo enquanto, fora dele, tenta se reorganizar • Vitor Silva / Botafogo

Em meio às disputas judiciais, o Botafogo também consegue caminhar. A SAF alvinegra recebeu, na semana passada, um aporte da nova investidora, a GDA Luma, e começou a organizar a casa. Com a recente injeção dos 15 milhões de dólares (quase R$ 80 milhões) e com a Recuperação Judicial aprovada em maio, o futebol alvinegro voltou a fluir minimamente. Ao ponto de o futuro começar a ser gestado.

Com esses dois movimentos, o departamento de futebol começou a se movimentar: estão encaminhadas as contratações de dois goleiros, Warleson e Gabriel Batista, e do zagueiro Lucas Monzón.

Tão importantes quanto os reforços foram os pagamentos de valores em atraso com o elenco. E estão acontecendo também movimentos de negociação de jogadores, como Neto, Matheus Nascimento (já consumados) e Danilo, que pode ser vendido, mas ainda não há definição.

Duas punições de transfer ban por parte da Fifa ainda precisam ser derrubadas para o Botafogo poder inscrever novos jogadores. O próprio Gabriel de Alba, dono da GDA Luma, ainda não esteve presencialmente no clube ainda.

Mas em meio a tanta turbulência dos últimos tempos, o futebol alvinegro vê um norte.

 

 

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Correspondente digital da Itatiaia no Rio de Janeiro. Formado na PUC Rio, já cobriu clubes e negócios do esporte, além de ter experiência como assessor de imprensa e editor de texto. Se o esporte move paixões, ele pode mudar vidas.

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