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CEO projeta Botafogo fazendo bonito no Mundial: 'Investimento não faltará'

Thairo Arruda, CEO do Glorioso, representou o clube no sorteio dos grupos da Libertadores de 2025, no Paraguai, nesta segunda (17)

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Thairo Arruda, CEO do Botafogo, no sorteio dos grupos da Libertadores na sede da Conmebol • Reprodução/ge

Após os títulos do Brasileirão e da Libertadores em 2024, o Botafogo já investiu cerca de R$ 500 milhões na formação do elenco para 2025. A temporada tem como um dos principais desafios a disputa do Super Mundial de Clubes, e Thairo Arruda, CEO do Glorioso, reforçou que o clube deve investir ainda mais visando a competição inédita nos Estados Unidos, em junho.

"A gente está monitorando o mercado 24 horas por dia todos os dias. Então sempre a gente busca oportunidades independentemente da competição que a gente joga. Claro que o Mundial é o menina dos olhos, a gente quer fazer bonito lá nos Estados Unidos. E o nosso time de scouting tem trabalhado muito para poder chegar nesse Mundial com o elenco o mais forte possível. Investimento não vai faltar, a gente já provou isso. É fazer investimento correto", afirmou Thairo Arruda ao "ge".

No Super Mundial de Clubes, o Botafogo caiu no "grupo da morte". A chave do Glorioso tem Atlético de Madrid-ESP, Paris Saint-Germain-FRA e Seattle Sounders-EUA. Saiba mais sobre o torneio e a tabela da equipe carioca.

Confira, abaixo, mais respostas de Thairo Arruda, CEO do Botafogo, ao "ge":

Representar o atual campeão da América

"É maravilhoso chegar aqui como campeão. A sensação é indescritível. Até me vesti um pouquinho diferente de todo mundo aqui para poder destacar um pouquinho, destacar o Botafogo. Mas a gente participa do sorteio sim, embora a nossa bolinha não esteja lá. A gente fica torcendo, esperando saber qual é o nosso grupo. Então foi bem emocionante."

Chave do Botafogo na Libertadores

"Para ser sincero, eu achei que todos os grupos estão bem equilibrados. Claro que eu esperava, né? A gente tinha nossas preferências logísticas, preferência de altitude. A gente caiu com um grupo difícil. Todas as equipes são bem complexas. Cada um com o seu problema. Mas pelo menos não temos altitude. Isso já é um conforto para os nossos atletas, a gente sabe que jogar na altitude é sempre difícil. E principalmente para o próximo jogo. A gente joga na altitude e no jogo seguinte é que é no Brasileiro, de repente, está todo mundo morto."

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Jornalista e correspondente da Itatiaia no Rio de Janeiro. Apaixonado por esportes, pela arquibancada e contra torcida única.

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