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City apresenta recurso e reforça inocência frente às condenações da Premier League

Clube inglês foi condenado por ter infringido regras do fair play financeiro nos últimos anos

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Etihad Stadium, casa do Manchester City
Etihad Stadium, casa do Manchester City • Divulgação/Manchester City

O Manchester City recorreu das condenações que sofreu por infringir o fair play financeiro. Por meio de nota oficial, publicada nesta sexta-feira (2), o clube inglês reforça a inocência e afirma que há erros materiais e insegurança na decisão tomada pelo tribunal. 

"O Manchester City Football Club confirma que, às 19h de quinta-feira, 1 de outubro de 2026, o Clube apresentou seu recurso completo contra o parecer da Comissão da Premier League, em relação ao processo disciplinar da Premier League.

A posição firme do Clube é que, por diversos motivos, o parecer contém erros materiais evidentes, de direito, de princípio e de fato, e é inseguro.

O Clube é inocente das acusações feitas pela Premier League e existe um conjunto abrangente de provas irrefutáveis ​​que sustentam todas as suas posições relativas a este caso.

Continuaremos a respeitar o devido processo legal e, necessariamente, estamos limitados no que podemos dizer além disso até que todos os procedimentos sejam concluídos", publicou o Manchester City”, publicou o Manchester City.

Condenações do Manchester City

Torcida do Manchester City no Etihad Stadium • Divulgação/ManCity
Torcida do Manchester City no Etihad Stadium • Divulgação/ManCity

A Premier League compartilhou um comunicado nesta terça-feira (29) que detalha acusações de violações financeiras cometidas pelo Manchester City. O clube inglês foi considerado culpado por todas as 115 denúncias realizadas pela comissão independente da competição.

Segundo a nota, o City firmava contratos "fictícios" com diversos parceiros comerciais, com o objetivo de inflar artificialmente as receitas da equipe e reduzir seus custos em mais de 900 milhões de libras (cerca de R$ 6,2 bilhões na cotação atual) entre as temporadas 2009/10 e 2017/18.

Além disso, a liga diz que o time ultrapassou os limites de gastos do torneio e daqueles determinados pela União das Associações Europeias de Futebol (Uefa), além de ter agido de má-fé e não ter cooperado com a investigação que iniciou em dezembro de 2018.

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Igor Varejano é jornalista formado pela UFOP. Tem experiência em esportes e cidades no rádio e em portais. Colaborou com Agência Primaz, Jornal Geraes e Rádio Real. Atualmente é repórter do Itatiaia Esporte.

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