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Racing x Cruzeiro: polícia paraguaia usa bafômetro e faz cinco revistas antes da final

Nos quatro cinturões de segurança, montados em um raio de 300 metros do estádio, policiais também submeteram torcedores de Cruzeiro e Racing a vistorias reforçadas e detectores de metal

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Torcedores tiveram que tirar calçados durante vistoria da polícia paraguaia • Reprodução

Enviado especial a Assunção | Diante da rivalidade histórica no futebol entre brasileiros e argentinos, a polícia paraguaia adotou muito rigor nos arredores do Estádio La Nueva Olla, em Assunção, antes da final da Copa Sul-Americana entre Racing e Cruzeiro.

Nos quatro cinturões de segurança, montados em um raio de 300 metros do estádio, policiais também submeteram torcedores de Cruzeiro e Racing a vistorias reforçadas e detectores de metal.

Algumas pessoas tiveram que tirar os calçados. Cintos com partes metálicas também foram retidos nessas áreas.

“Foram quatro ou cinco revistas em pontos diferentes, no entorno do estádio. Foi a revista mais rigorosa que eu já passei em um estádio. Tive que jogar o meu cinto fora”, relatou um torcedor cruzeirense à Itatiaia durante o acesso.

Com base em uma Lei Federal do Paraguai, a polícia fez uso de bafômetros em alguns pontos que circundam o estádio do Cerro Porteño. No Paraguai, é proibido o acesso de pessoas alcoolizadas e de venda de bebidas alcoólicas em eventos esportivos.

Outra informação curiosa foi a apreensão de cigarros e isqueiros de torcedores que estão com ingressos para a final da Copa Sul-Americana.

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Guilherme Piu é jornalista esportivo com experiência multiplataforma: digital, revista, rádio e TV. Tem dois livros publicados e foi premiado em festivais de cinema no Brasil e no exterior, dentre eles o Cinefoot. Cobriu grandes eventos, como Copa do Mundo, Olimpíada, Copa América e torneios de futebol. Passou por Hoje em Dia, Uol e Revista Placar.

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