A presença do
Ao longo da história, atletas celestes representaram o clube no maior torneio de seleções do planeta, tanto no Brasil quanto em seleções estrangeiras.
Em algumas edições, a Raposa contou com apenas um representante, em outras, com dois. Em poucos mundiais, entretanto, o clube atingiu um patamar raro: três jogadores convocados para o mesmo Mundial.
Mas, afinal, em quantas Copas do Mundo o Cruzeiro teve ao menos três atletas chamados? A seguir, a Itatiaia responde.
Cruzeiro teve ao menos três jogadores convocados em duas Copas do Mundo
Ao longo da história das Copas, o Cruzeiro registrou duas edições com três jogadores convocados simultaneamente, o maior número já alcançado pelo clube em um único Mundial.
As Copas foram:
- 1970 – três jogadores
- 1974 – três jogadores
Copa do Mundo de 1970
O Mundial do México representa o auge da presença celeste em Copas do Mundo.
Na campanha do tricampeonato mundial do Brasil, o Cruzeiro teve três atletas convocados:
- Wilson Piazza (zagueiro)
- Fontana (zagueiro)
- Tostão (meia-atacante)
Tostão e Piazza foram titulares absolutos da Seleção comandada por Zagallo e exerceram papel fundamental na conquista considerada, por muitos, a maior da história das Copas.
Fontana integrou o elenco campeão como reserva, completando o trio celeste no Mundial.
Copa do Mundo de 1974
Quatro anos depois, o Cruzeiro voltou a atingir o mesmo número de convocados.
Na Copa disputada na Alemanha, o time contou novamente com três representantes, sendo dois brasileiros e um estrangeiro:
- Wilson Piazza (zagueiro – Brasil)
- Nelinho (lateral-direito – Brasil)
- Roberto Perfumo (zagueiro – Argentina)
Foi a primeira vez que o Cruzeiro teve um atleta estrangeiro disputando uma Copa do Mundo enquanto defendia o clube.
Perfumo, um dos maiores zagueiros da história do futebol argentino, era capitão da Seleção Argentina naquele Mundial.
Protagonismo nos anos 1970
As duas Copas em que o Cruzeiro teve ao menos três jogadores convocados coincidem com o período de consolidação do clube como potência nacional e internacional.
Nas décadas de 1960 e 1970, o time conquistou a Taça Brasil de 1966, a Copa Libertadores de 1976 e nove títulos estaduais (1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977), além de ter amargado os vice-campeonatos do Mundial Interclubes de 1976 e da Libertadores de 1977.
Campanha do Cruzeiro na Libertadores de 1976 foi importante para convocações à Copa de 1978