O Brasil já sediou a Copa do Mundo em duas oportunidades ao longo da história: em 1950 e 2014.
Em ambas, o país viveu momentos marcantes, como o trauma do Maracanazo e o histórico 7 a 1 sofrido contra a Alemanha, com clubes brasileiros tendo diferentes níveis de participação nos elencos convocados.
Nesse contexto, surge o comparativo: entre
Vitória atleticana: Galo vence no número de atletas em Copas no Brasil
A presença de Victor e Jô na Copa de 2014 marcou a única vez em que o futebol mineiro teve representantes em um Mundial disputado no próprio país.
O episódio reforça o protagonismo vivido pelo Atlético naquele período, logo após a conquista da Copa Libertadores de 2013, que credenciou atletas do clube à Seleção Brasileira.
Apesar do bicampeonato brasileiro, em 2013 e 2014, o Cruzeiro de Fábio, Dedé, Everton Ribeiro e RIcardo Goulart não teve chamados para a Copa de 2014.
Assim, quando o assunto é Copa do Mundo em solo brasileiro, o Galo leva a melhor no clássico mineiro.
Copa do Mundo de 1950
- Atlético: nenhum jogador
- Cruzeiro: nenhum jogador
Copa do Mundo de 2014
- Atlético: Victor e Jô
- Cruzeiro: nenhum jogador
Victor foi campeão da Copa Libertadores em 2013 e disputou a Copa do Mundo de 2014
Copa do Mundo de 1950: nenhum representante mineiro
A Copa do Mundo de 1950 marcou a primeira edição disputada no Brasil, encerrada com o vice-campeonato brasileiro após a derrota para o Uruguai, no Maracanã.
Naquele Mundial, nenhum jogador do Atlético ou do Cruzeiro foi convocado.
Àquela altura, os clubes mineiros ainda não figuravam entre os grandes protagonistas nacionais.
Copa do Mundo de 2014: vantagem do Atlético
Já na Copa do Mundo de 2014, novamente disputada em solo brasileiro, a história foi diferente.
Naquela edição, o Atlético teve dois jogadores convocados, enquanto o Cruzeiro não contou com representantes no elenco da Seleção Brasileira.
Jogadores do Atlético na Copa do Mundo de 2014
- Victor (goleiro)
- Jô (atacante)
Ambos integraram o grupo comandado por Luiz Felipe Scolari, que terminou o torneio com o quarto lugar após a derrota para a Alemanha na semifinal, por 7 a 1, e o revés frente à Holanda, na disputa pelo terceiro lugar, por 3 a 0.