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Com Sul-Americana, Cruzeiro encerra jejum que não vivia há quase quatro décadas

Clube vai disputar um torneio da Conmebol depois de cinco anos de ausência

A classificação do Cruzeiro à Copa Sul-Americana de 2024 com a 14ª colocação na Série A do Campeonato Brasileiro de 2023, alcançada com o empate por 1 a 1 com o campeão Palmeiras, nesta quarta-feira (6), no Mineirão, interrompeu a maior ausência do clube de competições internacionais em quase quatro décadas.

Isso porque, desde 1988, quando foi disputada a primeira edição da Supercopa dos Campeões da Libertadores, o Cruzeiro não ficava tanto tempo afastado dos gramados internacionais como na série encerrada agora.

Neste século, das 23 temporadas disputadas, em 16 delas o Cruzeiro jogou a Copa Libertadores (10 vezes) ou a Sul-Americana, criada em 2002 e que ele integrará pela sétima vez.

É preciso destacar que entre 2020 e 2023, em quatro temporadas, o clube não teve como jogar os torneios da Conmebol por causa dos três anos na Série B com retorno à elite apenas agora.

A última participação celeste em torneios internacionais foi em 2019, ano do rebaixamento, quando jogou a Libertadores como campeão da Copa do Brasil do ano anterior.

Depois de três anos amargando a Série B, o Cruzeiro alcança pela segunda temporada seguida o objetivo traçado pela SAF que comanda o clube desde o ano passado.

Em 2022, o objetivo era voltar à Primeira Divisão e ele foi cumprido com facilidade, pois o time sobrou na Série B. A meta em 2023 era voltar a um torneio internacional, com a Copa Sul-Americana sendo a eleita. E ele está cumprido com a 14ª colocação.

Alexandre Simões é coordenador do Departamento de Esportes da Itatiaia e uma enciclopédia viva do futebol brasileiro
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