Nicki Minaj é processada por ex-gerente de turnê que a acusa de agressão e assédio
Funcionário relata ofensas, ameaças e agressão física durante turnê da rapper em 2024

Nicki Minaj está enfrentando um processo judicial movido por Brandon Garrett, ex-gerente de sua turnê, que a acusa de assédio, agressão e de "causar intencionalmente sofrimento emocional". O caso foi registrado na sexta-feira (3), em Los Angeles, segundo informações dos sites americanos TMZ e Variety, publicadas no Brasil pelo site Splash, do Uol. Os supostos incidentes teriam ocorrido durante a turnê 'Pink Friday 2', realizada entre março e julho de 2024.
De acordo com a reportagem publicada pelo site brasileiro, o episódio principal do caso aconteceu nos bastidores de um show na Arena Little Caesars, em Detroit, no dia 21 de abril de 2024, logo após a apresentação. Garrett afirma que foi chamado ao camarim de Minaj pelo chefe de segurança da equipe para discutir questões operacionais. No local, além da rapper, estavam presentes outros oito membros de sua equipe.
Após as ofensas, Minaj teria dado um tapa no rosto de Garrett, o que, segundo o documento, fez sua cabeça se mover com força suficiente para derrubar o chapéu que usava. O gerente afirma que, depois da suposta agressão, se trancou no banheiro por horas. Mais tarde, ainda naquela noite, recebeu uma mensagem informando que não deveria comparecer ao próximo show da turnê.
Garrett registrou um boletim de ocorrência em Detroit logo após o ocorrido. No processo, seus advogados solicitam indenização pelos danos alegados, incluindo ofensas, ameaças e a agressão física. Até o momento, representantes de Nicki Minaj não se pronunciaram sobre as acusações, informa o Splash.
Jornalista graduado com ênfase em multimídia pelo Centro Universitário Una. Com mais de 10 anos de experiência em jornalismo digital, é repórter do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Antes, foi responsável pelo site da Revista Encontro, e redator nas agências de comunicação Duo, FBK, Gira e Viver.



