Morre Brad Arnold, vocalista da banda 3 Doors Down, aos 47 anos

Brad Arnold era fundador, compositor e vocalista da 3 Doors Down; ele enfrentava um câncer

Vocalista da banda 3 Doors Down, Brad Arnold anuncia diagnóstico de câncer avançado

Morreu, aos 47 anos, o vocalista da banda 3 Doors Down, Brad Arnold, anunciou a banda pelas redes sociais neste sábado (7).

Segundo a publicação, ele morreu “em paz”, cercado de entes queridos, incluindo a esposa Jennifer, enquanto dormia. Ele lutava contra um câncer avançado nos rins.

“A família está profundamente grata pela demonstração de amor e apoio durante este momento difícil e pede gentilmente que sua privacidade seja respeitada”, dizia a publicação.

O cantor havia anunciado o câncer em maio de 2025. Na época, ele precisou cancelar a turnê da banda que começaria no mesmo mês na Flórida, nos Estados Unidos.

Brad Arnold era fundador, compositor e vocalista da 3 Doors Down. De acordo com o comunicado, ele “ajudou a redefinir o rock mainstream, combinando a acessibilidade do pós-grunge com composições emocionalmente diretas e temas líricos que ressoavam com os ouvintes do dia a dia”. Produziu alguns dos maiores sucessos dos anos 2000, como o grande sucesso da banda, “Kryptonite”.

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Leia o comunicado na íntegra:

"É com profunda tristeza que compartilhamos a notícia do falecimento de Brad Arnold, fundador, vocalista e compositor do 3 Doors Down, no sábado, 7 de fevereiro, aos 47 anos.

Com sua amada esposa Jennifer e sua família ao seu lado, ele faleceu em paz, cercado por entes queridos, enquanto dormia, após uma corajosa batalha contra o câncer.

Como membro fundador, vocalista e baterista original do 3 Doors Down, Brad ajudou a redefinir o rock mainstream, combinando a acessibilidade do pós-grunge com composições emocionalmente diretas e temas líricos que ressoavam com os ouvintes do dia a dia. As composições de Brad se tornaram um marco cultural para uma geração, produzindo alguns dos maiores sucessos dos anos 2000, incluindo o grande sucesso da banda, “Kryptonite”, que ele escreveu em sua aula de matemática quando tinha apenas 15 anos. Sua música reverberou muito além do palco, criando momentos de conexão, alegria, fé e experiências compartilhadas que viverão muito depois dos palcos em que ele se apresentou.

Acima de tudo, ele era um marido dedicado a Jennifer, e sua bondade, humor e generosidade tocaram todos os que tiveram a sorte de conhecê-lo. Aqueles mais próximos a ele se lembrarão não apenas de seu talento, mas também de seu carinho, humildade, fé e profundo amor por sua família e amigos.

A família está profundamente grata pela demonstração de amor e apoio durante este momento difícil e pede gentilmente que sua privacidade seja respeitada.

Ele fará muita falta e será lembrado para sempre.”

Formada pela PUC Minas, Maria Fernanda Ramos é repórter das editorias Minas Gerais, Brasil e Mundo na Itatiaia. Antes, passou pelo portal R7, da Record.

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