Itatiaia

Kanye West é acusado de drogar e estuprar ex-assistente em festa de Diddy

Ex-funcionária, Lauren Pisciotta entrou com um processo contra o rapper por abuso sexual

Por
Voz de Kanye West foi usada em experimento de inteligência artificial
Rapper anunciou a venda dos produtos em um comercial durante o Super Bowl • Reprodução | Redes Sociais.

Novos desdobramentos do escândalo envolvendo a prisão de Diddy ganharam destaque nesta semana, trazendo à tona acusações que envolvem Kanye West. Segundo o Daily Mail, Lauren Pisciotta, ex-assistente de Kanye e influenciadora digital, entrou com um processo de 88 páginas contra o rapper, alegando ter sido drogada e estuprada durante uma festa organizada por Diddy.

Leia mais:

Caso Diddy: Kanye West expõe crimes do rapper em música lançada antes de prisão por tráfico sexual

Caso Diddy: Justin Bieber se pronuncia sobre acusações de envolvimento com o rapper

Caso Diddy: Mike Tyson choca ao apoiar rapper em meio a escândalo sexual

O processo, aberto em junho deste ano, traz ainda detalhes perturbadores sobre o comportamento de Kanye West. Pisciotta relata que o convívio com o cantor era marcado por atitudes bizarras, como o uso de corpos femininos para servir sushi em festas. Além disso, ela afirma que foi demitida após receber mensagens e vídeos de teor sexual e obsceno enviados por Kanye.

Entre as supostas mensagens, estariam textos como: "veja, meu problema é que eu quero f***, mas depois que eu f***, eu quero que uma garota me diga o quão duro ela foi f*** enquanto eu estou f*** com ela". A ex-assistente também acusa Kanye de se masturbar enquanto falava com ela ao telefone.

A influenciadora descreveu West como alguém com uma conduta "predatória, agressiva, compulsiva, vulgar, perversa e assustadoramente calculista", chamando-o de "aliciador premeditado e sádico". Segundo o processo, o rapper busca satisfazer seus "desejos animalescos" e sua "vontade sexual insaciável", estabelecendo "poucos limites".

Em resposta às acusações, o artista, agora casado com Bianca Censori, afirmou que as alegações eram "infundadas", acusando a influenciadora de chantagem e extorsão.

Por

Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é repórter multimídia no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Antes passou pela TV Alterosa. Escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.

 

 

Belo Horizonte