Irmã de Deolane Bezerra se explica após acusação de pagar pessoas para fazer vigília em presídio
Ela admitiu que a família deu dinheiro a uma mulher, mas afirma que a ação foi motivada por “humanidade”

Daniele Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, se manifestou sobre a acusação de pagar pessoas para se reunirem em frente ao presídio onde a ex-participante de "A Fazenda" está detida.
Ela garantiu que não estavam remunerando os fãs que se encontravam no local e explicou o motivo pelo qual Dayanne, sua outra irmã, teria dado dinheiro a uma das pessoas que pediam a soltura de Deolane.
Em resposta a uma publicação feita por Leo Dias, que expôs a situação, Daniele retrucou: "Poxa, não fizemos isso, houve apenas uma situação", escreveu a advogada nos comentários.
Entenda o caso
Na quarta-feira (4), Deolane Bezerra e sua mãe, Solange, foram detidas preventivamente pela Polícia Civil no bairro Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. A prisão ocorreu durante a operação denominada ‘Integration’, que tem como objetivo combater crimes de lavagem de dinheiro e jogos ilegais. Em uma carta escrita à mão e divulgada no Instagram, Deolane declarou sua inocência e afirmou estar “sofrendo uma grande injustiça”.
Na segunda-feira (9), a Justiça autorizou a prisão domiciliar de Deolane, condicionando-a a algumas medidas cautelares. As condições incluíam permanecer em casa, inclusive durante fins de semana e feriados; usar tornozeleira eletrônica; evitar contato com outros investigados; e não se manifestar nas redes sociais, na imprensa ou por outros meios de comunicação.
No entanto, ao deixar a penitenciária, a influenciadora encontrou uma multidão de fãs e aproveitou para se dirigir à imprensa. Simultaneamente, publicou uma ‘carta aberta’ no Instagram, desrespeitando as restrições impostas pela Justiça.
Na terça-feira (10), a Justiça de Pernambuco revogou a prisão domiciliar de Deolane Bezerra, determinando que ela fosse mantida detida em uma unidade no Agreste pernambucano, a aproximadamente 280 quilômetros da capital. Segundo o TJPE, essa decisão visa prevenir aglomerações semelhantes à que ocorreu em frente à Colônia Penal Feminina do Recife e mantê-la “longe da influência direta e intensa de centros urbanos”.
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Jornalista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atualmente, é repórter multimídia no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Antes passou pela TV Alterosa. Escreve, em colaboração com a Itatiaia, nas editorias de entretenimento e variedades.



