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Esposa de Lito Sousa alerta sobre progressão de doença em novo apelo: 'Não volta'

Tratamento experimental visa tentar bloquear o avanço da doença; ou seja, o que for perdido não é possível recuperar

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Mila Seidl e Lito Sousa
Mila Seidl e Lito Sousa são casados • Reprodução | Redes sociais

Mila Seidl, esposa de Lito Sousa, explicou que ele necessita fazer o tratamento experimental antes da perda da lucidez. Afinal, caso a Doença de Creutzfeldt-Jakob afete sua capacidade cognitiva, não há mais o que fazer. O apelo foi feito por ela nessa segunda-feira (25).

Até o momento, Lito teve a mobilidade e a visão afetadas pela enfermidade, que progride rapidamente. A visão, por exemplo, mudou de um dia para o outro, segundo Mila.

Conforme ela, o passar do tempo dá uma sensação "horrível", visto que a qualquer momento ele pode perder a lucidez. "Não faz sentido a gente levar ele [para o exterior] se ele perder algum tipo de cognição, porque o que perdeu, como eu já disse, não volta", declarou.

Mila explicou que, até o momento, Lito teve um retorno mais positivo de Nashville, nos Estados Unidos (EUA). Segundo ela, ele passará por uma entrevista para saber se é elegível para um dos estudos.

No entanto, o mais promissor seria um tratamento experimental da Europa. "Esse é muito importante porque eles estão na fase três. Então, assim, é remédio no braço mesmo, não tem placebo. Então esse seria muito bom. A gente teve resposta de que eles não estão recrutando no momento, mas isso já faz alguns dias", contou.

Lito fez apelo em primeira aparição

No último domingo (23), Lito fez a primeira aparição nas redes sociais após diagnóstico da doença. Na ocasião, ele fez um apelo para ser aceito em algum tratamento experimental, visto que a doença de Creutzfeldt-Jakob, que já afetou sua mobilidade e visão, é de rápida progressão.

"Olá, meu nome é Lito Sousa e tenho um apelo urgente para você. Por favor, escute a mensagem a seguir com atenção", disse ele. Logo depois, é realizado um pedido para ser aceito por instituições, como a farmacêutica Ionis Pharmaceuticals, o Broad Institute, a Universidade de Harvard e a Mayo Clinic. A intenção é que o influenciador seja submetido a algum tratamento que consiga bloquear a progressão da doença, que é raríssima.

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Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‶NaTelinha” e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.

 

 

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