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Equipe de Lito Sousa alerta sobre tentativa de golpe: 'Não doem dinheiro'

Lito Sousa não tem vaquinha ativa, alertou sua equipe nas redes sociais

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Lito Sousa foi diagnosticado com doença rara
Lito Sousa foi diagnosticado com doença rara • Reprodução | Redes sociais

A equipe de Lito Sousa alertou, nessa terça-feira (25), que não está realizando nenhuma vaquinha para angariar fundos para o tratamento do influenciador, que foi diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob. No país, não existem medicamentos disponíveis para tratar a enfermidade, que é rara e de rápida progressão. No entanto, sua esposa, Mila Seidl, tem lutado para que ele consiga um tratamento experimental no exterior antes que os sintomas piorem.

Conforme a equipe de Lito, uma página intitulada "Rede Solidária" tem divulgado uma campanha inexistente para o influenciador. "Atenção! É golpe! Não doem dinheiro, nós não temos nenhuma vaquinha ativa!!!", destacou.

Tratamento é negado no exterior

Mila Seidl lamentou, nessa terça-feira (25), as negativas para o tratamento do maridoLito Sousa, pela Ionis Pharmaceuticals, na Califórnia, nos Estados Unidos (EUA), e a Broad Institute, em Cambridge, no Reino Unido. Segundo ela, agora terá que aguardar a abertura de vagas, além de todo o processo, que inclui entrevistas, para tentar espaço em uma das instituições. No entanto, a Doença de Creutzfeldt-Jakob avança rapidamente, e o influenciador, além de perder movimentos, teve a visão afetada. O tratamento visa bloquear a progressão da doença, ou seja, não é possível recuperar o que foi perdido.

Conforme Mila, a Ions explicou que "não pode permitir o uso compassivo do medicamento neste momento", enquanto a Broad respondeu que ele poderia ficar no grupo de controle, sem nenhuma garantia. Ela destacou que, caso aceitasse, teria que se mudar e ficar à disposição sem ter a certeza de que Lito receberia o medicamento.

Agora, Mila se organiza, enquanto aguarda liberação médica, para que Lito vá para casa e receba todos os cuidados no local.

Ainda em relato, ela declarou que não tem recebido ajuda do governo. "Todas as respostas foram de contatos feitos exclusivamente por nós. Não tivemos contato do Itamaraty ou do Governo Federal até o momento, nem iniciativas do Ministério da Saúde com relação ao caso do tratamento", escreveu.

"Agora nos resta esperar um dos dois estudos abrir uma vaga. Espero que a gente tenha esse tempo", completou.

Na segunda (24), Mila explicou que conversou, via WhatsApp, com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, onde entendeu que nada poderia ser feito por ele.

"Ele perguntou se tinha algum remédio, alguma coisa e tudo mais, mas de fato não tem nada aqui no Brasil, então não avançamos. De fato, ele falou: 'tudo bem, precisa de alguma coisa?', eu falei o que precisava, mas ele também não consegue ajudar pelo que eu entendi", comentou.

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Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‶NaTelinha” e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.

 

 

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