Clipe de Shakira para Copa do Mundo contou com dançarinos do Complexo da Maré
Cantora latina anunciou música oficial do evento nesta quinta-feira (7); gravação aconteceu no estádio do Maracanã

Nesta quinta-feira (7), Shakira anunciou o lançamento de "Dai-Dai", música oficial da Copa do Mundo 2026. O torneio está previsto para acontecer entre os dias 11 de junho e 19 de julho.
Um detalhe sobre a canção chamou a atenção dos fãs brasileiros: o clipe da música foi gravado no estádio do Maracanã, durante a passagem da cantora pelo brasil neste mês.
Além disso, alguns dos dançarinos que aparecem nas gravações ao lado da colombiana fazem parte de um projeto situado no Complexo da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro.
Nas redes sociais, Raphael Vicente, criador do "Dance Maré", celebrou a oportunidade e mostrou bastidores da gravação. O dançarino publicou alguns vídeos com a cantora e mostrou detalhes da coreografia.
"Gente, estamos aqui no Maracanã, primeira vez que venho e a primeira vez é para um clipe de Copa do Mundo da Shakira. Olha que loucura. Vocês entendem a dimensão disso?", diz ele em vídeo gravado no dia.
Os dançarinos que fazem parte do grupo criado por Raphael foram dirigidos pela coreógrafa oficial da cantora, que ensinou os passos no mesmo dia da gravação.
No Instagram, o fã da cantora comentou ainda que chegou a fazer o famoso "Passinho do Jamal" com ela, durante um momento de descontração. Ele também entregou presentes à artista e à equipe e registrou o momento.

Raphael chamou a atenção de Shakira ainda em 2022, após publicar um vídeo dançando a música Waka Waka com o coletivo. O conteúdo repercutiu e chegou até a cantora, que reagiu positivamente à publicação.
Na última semana, o jovem subiu ao palco durante a apresentação do hit em Copacabana, no show gratuito realizado pela latina no "Todo Mundo no Rio".
Mariana Taveira é estagiária do portal Itatiaia. Graduanda em Jornalismo pela UFMG, atua na cobertura de Minas Gerais, Brasil, Mundo e Entretenimento. Foi estagiária de produção na Record Minas e é entusiasta de narrativas que nascem do cotidiano e das paixões coletivas.



