A apresentadora
Segundo autoridades, Jeffrey Epstein tirou a própria vida em 2009, um mês após ficar preso nos Estados Unidos (EUA). O magnata foi condenado em 2008 por comandar uma rede de tráfico sexual que envolvia menores de idade.
O nome de Luciana aparece em documentos oficiais relacionados a Jeffrey, entre eles, extratos bancários com quantias milionárias que o magnata teria transferido para a apresentadora.
Após a repercussão, a assessoria de Luciana se manifestou em nota. “Luciana Gimenez esclarece que nunca conheceu Jeffrey Epstein e jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele”, iniciaram.
Sobre o nome da apresentadora ser citado em documentos, eles esclareceram: “Após identificar a menção a seu nome em documentos disponibilizados no site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Luciana entrou em contato com a instituição bancária Deutsche Bank Trust Company Americas, onde possuía conta, para compreender a razão dessa vinculação indevida e aguarda resposta.”
“Inicialmente e conforme informações preliminares obtidas junto ao banco, o governo americano solicitou os registros à instituição financeira em determinados períodos, sem qualquer seleção individualizada dos dados ou vinculação específica. O conjunto completo de documentos foi encaminhado e publicado na plataforma oficial, sem apuração prévia do conteúdo e contexto. Por isso, constam nos arquivos nomes de diversos clientes do banco, incluindo de Luciana, que nada têm a ver com o caso em questão e que também fizeram transações naquele período”, declararam.
A apresentadora relatou estar "à disposição das autoridades” e aguarda que o banco faça a compilado de dados para comprovar que as transações foram feitas por ela mesma.
Veja nota na íntegra
“Luciana Gimenez esclarece que nunca conheceu Jeffrey Epstein e jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele.
A apresentadora reforça que nunca compactuou, nem compactuaria, com práticas ilícitas ou criminosas, repudiando de forma categórica qualquer tentativa de associar seu nome a essas situações.
Após identificar a menção a seu nome em documentos disponibilizados no site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Luciana entrou em contato com a instituição bancária Deutsche Bank Trust Company Americas, onde possuía conta, para compreender a razão dessa vinculação indevida e aguarda resposta.
Inicialmente e conforme informações preliminares obtidas junto ao banco, o governo americano solicitou os registros à instituição financeira em determinados períodos, sem qualquer seleção individualizada dos dados ou vinculação específica. O conjunto completo de documentos foi encaminhado e publicado na plataforma oficial, sem apuração prévia do conteúdo e contexto. Por isso, constam nos arquivos nomes de diversos clientes do banco, incluindo de Luciana, que nada têm a ver com o caso em questão e que também fizeram transações naquele período.
A priori, as movimentações citadas que envolvem a apresentadora referem-se exclusivamente a transferências de sua conta de investimentos para sua conta de pessoa física. Por se tratarem de dados antigos, o banco está trabalhando para compilar todas essas transações internas e comprovar que se tratam de transferências da própria Luciana para si mesma. Já foi explicado e compreendido que é esse o contexto das informações divulgadas.
A apresentadora permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e pede cautela, seriedade e responsabilidade na divulgação das informações, a fim de evitar interpretações equivocadas e danos injustificados à sua reputação.”