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Ator se machuca em cena decisiva e chega à final de A Nobreza do Amor de muletas

Intérprete de José/Zambi em A Nobreza do Amor, Bukassa Kabengele se acidentou durante as gravações das cenas finais de ação da novela das seis, precisou de muletas no encerramento dos trabalhos e exaltou o impacto antirracista da trama da Globo

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José/Zambi (Bukassa Kabengele)
José/Zambi (Bukassa Kabengele) • Globo/ Ellen Soares

Bukassa Kabengele, intérprete de José/Zambi em A Nobreza do Amor, terminou as gravações da novela das seis com o pé imobilizado e usando muletas. O ator se acidentou durante a filmagem de uma cena na última semana de trabalho, em sequências que envolvem o retorno do príncipe desaparecido a Batanga para derrotar o golpista Jendal (Lázaro Ramos).

O artista apareceu em encontro com a imprensa nos Estúdios Globo com o pé machucado e confirmou o incidente. "Lutando em Batanga. Eu me entreguei!", disse Kabengele, sem poder adiantar detalhes sobre as cenas que causaram o acidente. O personagem José voltou ao reino africano para se juntar à resistência contra Jendal e entregar o trono para sua sobrinha, Alika (Duda Santos).

Acidente aconteceu em cena de ação na reta final

Kabengele se locomovia com muletas durante o encontro com jornalistas e confirmou que o acidente ocorreu na gravação de uma cena na última semana dos trabalhos da novela. O ator não revelou detalhes sobre as sequências que resultaram no machucado, mas indicou que se tratava de cenas de ação relacionadas ao confronto em Batanga.

O príncipe José retornou ao reino africano com o objetivo de derrotar Jendal, que deu um golpe, e garantir que o trono seja entregue a Alika. A volta de José também marca o reencontro com Menemi (Taís Araujo), rainha de Zinga, que no passado acreditou que os dois se casariam para unificar os reinos.

Ator define projeto como referência antirracista

Kabengele considera A Nobreza do Amor um dos melhores projetos de sua carreira extensa na televisão e no cinema. O ator defendeu que a novela se tornará uma referência de produto audiovisual antirracista.

"Os protagonistas, os antagonistas e os personagens que amarram as histórias trazem uma possibilidade grandiosa de podermos ser tudo em qualquer circunstância e situação", afirmou. Para o intérprete, o folhetim dá ao povo preto a possibilidade de se orgulhar de suas origens. "Isso muda nosso comportamento no dia a dia, muda a maneira como eu saio e me olho no espelho", completou.

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Patrícia Marques é jornalista e especialista em publicidade e marketing. Já atuou com cobertura de reality shows no ‶NaTelinha” e na agência de notícias da Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt). Atualmente, cobre a editoria de entretenimento na Itatiaia.

 

 

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