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PIS/Pasep: resgate de dinheiro em fundo pode ser solicitado até esta terça (31)

Valores esquecidos no antigo fundo do PIS/Pasep chegam a uma média de R$ 2,8 mil

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Recursos serão pagos no dia 27 de abril • MArcello Casal Jr/Agência Bras

Cotistas do antigo fundo dos programas de Integração Social (PIS) e Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) que possuem dinheiro esquecido na conta podem solicitar resgate até esta terça-feira (31), de acordo com o calendário do Sistema de Ressarcimento (Repis) do Ministério da Fazenda.

Quem solicitar o resgate nesta data deve receber os valores no dia 27 de abril. Após esse limite, o ressarcimento será pago apenas no dia 25 de maio, para os trabalhadores que solicitaram o resgate até 30 de abril.

O último pagamento do Repis ocorreu na última quarta-feira (25), com um saldo médio de R$ 2,8 mil por beneficiário, mas o montante varia de acordo com o tempo trabalhado e o salário recebido na época em que o extinto fundo ainda estava vigente, entre 1971 e 1988.

Para consultar os valores esquecidos, o trabalhador deve acessar o site do Repis cidadão, o sistema do Ministério da Fazenda que permite o ressarcimento das cotas extintas. Cabe lembrar que os valores das cotas que não tiveram saque foram transferidos para a conta única do Tesouro Nacional.

Como consultar o dinheiro esquecido?

  • Para consultar os valores esquecidos basta acessar o site do Repis cidadão;
  • Clique em “entrar com gov.br”;
  • Faça login com CPF e senha, e clique em autorizar;
  • Informe o Número de Identificação Social (NIS), o mesmo do PIS;
  • Clique em “pesquisar”.

Quais os documentos necessários?

Titular da cota:

Documento oficial de identificação.

Beneficiário legal do titular:

a) Certidão PIS/PASEP/FGTS emitida pela Previdência Social com a relação de dependentes habilitados à pensão por morte; ou
b) Declaração de dependentes habilitados à pensão emitida pelo órgão pagador do benefício; ou
c) Autorização judicial ou escritura pública assinada por todos os dependentes e sucessores, se capazes e concordantes, atestando por escrito a autorização do saque e declarando não haver outros dependentes ou sucessores conhecidos.

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Jornalista formado pela UFMG, Bruno Nogueira é repórter de Política, Economia e Negócios na Itatiaia. Antes, teve passagem pelas editorias de Política e Cidades do Estado de Minas, com contribuições para o caderno de literatura.