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Como evoluíram as áreas comuns dos condomínios residenciais: do salão de festas ao espaço pet

Os espaços compartilhados combinam cada vez mais alternativas de lazer e utilização para crianças e adultos; a MRV incorpora diferentes opções de convivência aos projetos residenciais

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Áreas comuns de condomínios residenciais passaram a combinar espaços tradicionais de lazer com opções como pet place, bicicletário e ambientes de convivência
Áreas comuns de condomínios residenciais passaram a combinar espaços tradicionais de lazer com opções como pet place, bicicletário e ambientes de convivência • MRV/Divulgação

As áreas comuns dos condomínios residenciais ampliaram muito suas funções e usos nas últimas décadas. Além dos espaços tradicionais, como salão de festas, churrasqueira e playground, os projetos passaram a incorporar ambientes voltados a atividades físicas, trabalho, mobilidade, animais de estimação e convivência ao ar livre.

A mudança acompanha a diversificação das necessidades e dos interesses de quem procura um imóvel. As áreas compartilhadas hoje podem oferecer alternativas para brincar com as crianças, receber amigos, praticar exercícios, trabalhar fora do apartamento ou aproveitar espaços verdes sem sair do condomínio.

A MRV, construtora com atuação no segmento de habitação econômica, inclui diferentes configurações de lazer e convivência em seus projetos. A combinação de espaços varia conforme as características de cada imóvel, a disponibilidade de área e as soluções definidas para o público atendido.

Como eram as áreas comuns dos condomínios no início dos anos 2000?

Cerca de três décadas atrás, os condomínios com estrutura de “clube” ganharam mais visibilidade no mercado imobiliário brasileiro. Na avaliação da MRV, os espaços de lazer e convivência passaram a ter um papel importante na escolha do imóvel. 

Além das tradicionais piscinas, quadras esportivas e salões de festas, ganharam destaque as academias, espaços gourmet, áreas infantis, ambientes de coworking, lavanderias compartilhadas, minimercados e espaços destinados aos animais de estimação, os chamados pet places.

Esses espaços permitiam que os moradores realizassem atividades recreativas e encontros sem precisar se deslocar para outros locais. Brinquedotecas, salas de ginástica e salões de jogos também passaram a integrar projetos com maior variedade de equipamentos coletivos.

Com o tempo, novos tipos de espaços compartilhados passaram a marcar presença. A valorização do trabalho remoto, a presença de animais de estimação nos lares e o interesse por alternativas de mobilidade contribuíram para ampliar o repertório de ambientes encontrados em projetos residenciais.

A MRV acompanha esse movimento com empreendimentos que oferecem diferentes combinações de lazer e serviços, de acordo com o perfil dos moradores e as características de cada projeto. O Residencial Liviero, em São Paulo, por exemplo, reúne coworking, lavanderia, minimercado e espaços de convivência. Já o Grand Garden, em Guarulhos, conta com mais de 20 espaços de lazer, incluindo piscinas, academia, espaço kids e pet place.

Quais espaços podem fazer parte dos condomínios residenciais?

Uma diversidade de áreas comuns permite atender a diferentes faixas etárias e interesses. Entre as estruturas que podem fazer parte dos projetos estão:

  • Lazer infantil: playgrounds e brinquedotecas oferecem ambientes para brincadeiras e atividades das crianças.
  • Lazer para adultos: academias, quadras, piscinas e salões de jogos para praticar exercícios e aproveitar momentos de descanso.
  • Espaço pet: áreas destinadas aos animais de estimação oferecem um local específico para atividades com os pets, conforme as regras de cada condomínio.
  • Coworking e salas de estudo: ambientes compartilhados para trabalhar, estudar ou participar de reuniões.
  • Bicicletários: espaços para guardar bicicletas ajudam a organizar seu armazenamento e podem apoiar a mobilidade ativa.
  • Hortas e pomares: áreas para cultivo de plantas e alimentos, que podem estimular atividades coletivas.
  • Áreas verdes e de convivência: jardins, gazebos, redários e espaços para encontros ampliam as opções de descanso e interação entre moradores.
  • Espaços gourmet: ambientes equipados para refeições e encontros complementam as opções tradicionais de convivência.

Por que os espaços pet ganharam espaço nos condomínios?

Os animais de estimação passaram a ser mais considerados no planejamento de parte dos projetos residenciais. Nesse contexto, o pet place é uma área destinada a atividades com animais, que pode oferecer espaço para circulação e brincadeiras.

A existência de um ambiente específico ajuda a organizar o uso das áreas compartilhadas, mas não elimina a necessidade de regras para circulação, higiene e segurança. O funcionamento depende das normas do condomínio e das características do espaço.

Para quem tem animais, vale verificar se o projeto oferece uma área adequada e quais condições se aplicam ao uso. Também é importante observar se as regras permitem circular com os pets em outros ambientes comuns e quais cuidados são exigidos dos responsáveis.

Como o trabalho remoto influenciou as áreas comuns?

O trabalho remoto e os modelos híbridos ampliaram o interesse por espaços que permitam realizar atividades profissionais fora do apartamento, mas ainda dentro do condomínio. Coworkings e salas de estudo podem oferecer mesas, assentos, energia elétrica e ambientes compartilhados para esse fim.

Essas estruturas são diferentes de uma área de lazer tradicional porque atendem a uma necessidade funcional. Seu aproveitamento depende de fatores como conectividade, mobiliário, privacidade, ruído e disponibilidade de lugares.

Qual é a importância das áreas verdes e dos espaços de convivência?

Jardins, pomares, hortas e áreas arborizadas podem ampliar as possibilidades de descanso e convivência nos condomínios. Além de contribuir para o paisagismo, a vegetação pode oferecer sombra e favorecer o contato com a natureza, conforme as espécies escolhidas e as condições de implantação.

O Relatório Anual de Sustentabilidade 2025 da MRV&CO aborda o plantio de árvores como parte das iniciativas de compensação de impactos ambientais. Segundo o relatório, a MRV prioriza espécies nativas de cada região, que podem ser utilizadas na recomposição de áreas degradadas ou no paisagismo de projetos residenciais, inclusive em espaços de convivência e lazer.

Como a MRV incorpora áreas comuns aos projetos residenciais?

A MRV oferece projetos residenciais com diferentes combinações de lazer e convivência. A configuração varia de acordo com cada imóvel, perfil de público e região do empreendimento, mas pode reunir espaços tradicionais, áreas verdes e estruturas destinadas a atividades específicas.

 A integração entre espaços construídos e áreas abertas permite considerar diferentes possibilidades de uso coletivo. Playground, salão de festas, espaço gourmet, pet place, bicicletário e jardins cumprem funções distintas e podem se complementar, desde que sejam compatíveis com a proposta de cada condomínio.

Para a MRV, mais do que ampliar a quantidade de ambientes, o desafio é oferecer estruturas que realmente façam sentido para a rotina das famílias, equilibrando funcionalidade, conforto e custos de manutenção. A proposta é transformar os condomínios em espaços de convivência que contribuam para o bem-estar dos moradores, fortaleçam os vínculos comunitários e agreguem valor à experiência de morar.

O que avaliar nas áreas comuns antes de comprar um imóvel?

Antes de escolher um apartamento, é importante verificar quais áreas comuns estão previstas no projeto e serão efetivamente entregues. Imagens ilustrativas e materiais de divulgação devem ser comparados com as especificações e os documentos da compra.

Também vale observar:

  • Adequação às necessidades dos moradores: confira se os espaços disponíveis atendem às atividades que você pretende realizar.
  • Acessibilidade e segurança: verifique as condições de circulação e o acesso aos ambientes.
  • Regras de utilização: consulte as normas previstas para reservas, horários, animais de estimação e uso dos equipamentos.
  • Manutenção: considere que limpeza, conservação e reparos das áreas comuns podem impactar as despesas condominiais.
  • Uso das áreas verdes: observe como os jardins e demais espaços abertos foram planejados e quais cuidados exigem.

A quantidade de estruturas não é o único critério relevante. A utilidade dos espaços depende de sua adequação às necessidades dos moradores, das condições de conservação e da viabilidade de manutenção ao longo do tempo.

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Erem Carla é jornalista com formação na Faculdade Dois de Julho, em Salvador. Ao longo da carreira, acumulou passagens por portais como Terra, Yahoo e Estadão. Tem experiência em coberturas de grandes eventos e passagens por diversas editorias, como entretenimento, saúde e política. Também trabalhou com assessoria de imprensa parlamentar e de órgãos de Saúde e Justiça. *Na Itatiaia, colabora com a editoria de Indústria e de GEO.

 

 

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